Informação Importante: foi escrito por Dom Bosco contra sua vontade a pedido do Papa Pio IX. Dom Bosco o escreve mas ordena que não seja publicado nem após sua morte... Foi publicado.
Assim como o primeiro livro da minha maratona, este também é dividido basicamente em 3 capítulos. Tem uma introdução e um mini capítulo intitulado Memória onde o padre conta sobre o pedido do papa, sua infância, a morte do pai e o primeiro sonho, o que indicaria que Dom Bosco comandaria uma obra para meninos abandonados.
Os três capítulo principais são as divisões em décadas: 1825-1835, 1835-1845 e 1845 a 1855. Dom Bosco conta então como começou sua aproximação dos jovens e vai discorrendo até a criação do Oratório Festivo e seus primeiros anos de existência.
Impressões Gerais: em 200 páginas o livro me fez oscilar em meus entendimentos sobre Dom Bosco homem, não o santo. Nas primeiras páginas achei-o inteligentíssimo, depois, beirou a arrogância, embora ainda muito inteligente. Entra posteriormente em uma fase de muita perseguição ao padre e à obra, o que ocasiona mortes relatadas como se fossem a Divina Providência liberando o caminho, o que me incomodou demais, achei não combinar com a imagem santificada de Dom Bosco. enfim, uma leitura rica, principalmente por trabalhar com a obra dele. interessante também para leigos de fora, que poderão conhecer o pioneirismo dele na educação e os benefícios que isso trouxe para o mundo (o Brasil teve grandes avanços com a chegada dos salesianos em 1883).