Crítica para fechamento da CBF (artigo pós copa que faz paralelo do fracasso no futebol com outras áreas da sociedade); a volta do World Trade Center (a construção poderia até ser dispensável, já a demonstração de poder....); e restos da primeira guerra (mesmo após cem anos a guerra continua revelando restos mortais e armas, descobertos anualmente, destaque do texto). Algumas da reportagens que, no momento, não instigaram ou empolgaram minha leitura.
"Astrologia"
Reportagem de capa. Não me identifico com o tema e as percepções que guardei foram de confirmação do que supunha (herança da antiga idolatria praticada por povos da Mesopotâmia), e inutilidade que presta-se a uma utilidade: instigar na busca de autoconhecimento, mas não necessariamente aderindo às proposições astrológicas. Alguém disse para conhecer a nós mesmos (busquemos então num caminho verdadeiramente racional).
"AIDS"
A abordagem é no formato de linha temporal, destacando momentos históricos relevantes, O ponto mais interessante da edição. Pena que cismaram de colocar as páginas numa coloração rosa que dificulta a leitura (a linha do tempo é paralela a informes didáticos e estatísticos), além de repetir estereótipo equivocado do passado, de subtender a doença como se fora dos homossexuais