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    The Peripheral

    William Gibson

    Putnam Adult
    2014
    496 páginas
    16h 32m
    ISBN-13: 9780399158445
    3.9
    11 avaliações
    Leram4Lendo3Querem13Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados13Avaliaram11

    Where Flynne and her brother, Burton, live, jobs outside the drug business are rare. Fortunately, Burton has his veteran’s benefits, for neural damage he suffered from implants during his time in the USMC’s elite Haptic Recon force. Then one night Burton has to go out, but there’s a job he’s supposed to do—a job Flynne didn’t know he had. Beta-testing part of a new game, he tells her. The job seems to be simple: work a perimeter around the image of a tower building. Little buglike things turn up. He’s supposed to get in their way, edge them back. That’s all there is to it. He’s offering Flynne a good price to take over for him. What she sees, though, isn’t what Burton told her to expect. It might be a game, but it might also be murder.

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    Luísa picture
    Luísa17/10/2024Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Eu que não vou ler os outros

    2,5⭐ The peripheral se passa em um futuro próximo distópico no qual acompanhamos dois irmãos tentando ganhar a vida. Flynne, mais nova que se vira com bicos e Burton, ex militar - ambos são gamers. Quando Burton aceita um trabalho relacionado a videogames, Flynne acaba substituindo seu irmão em um turno e testemunha algo que ninguém deveria ter visto. Agora a vida de ambos muda para sempre. Eu particularmente assisti primeiro a série antes de ler o livro, mas aqui vou comentar só sobre a obra. Achei uma premissa legal, mas não tão bem executada. O autor desde o começo utiliza termos muito técnicos e não explica ou dá contexto. Tem coisa lá do início do livro que só tem explicação lá pelos 80%. A leitura fica muito ruim; você lê várias palavras e frases sem sentido algum e não tem explicação. Além disso, não me agradou a construção dos personagens; Flynne supostamente tem uma inteligência acima da média, visto que ela é uma gamer excepcional e faz o que ninguém faz. Porém, ela é apenas burra para todo o resto. Por exemplo, ela sequer sabia sobre o que a economia do condado dela é baseada - o que é BEM óbvio, ainda mais pra quem é em tese uma mini gênia. Ainda, em momentos cruciais, a preocupação da protagonista é passar um lipgloss pois o par romântico está por perto. Muito incoerente e é uma visão extremamente machista do autor. Os demais personagens não são aprofundados: Macon, Edward, Leon, Janice. Não dá pra entender as motivações, são personagens prontos e acabou. Apesar de termos uma protagonista mulher, a história é sobre e de homens. São os homens que tomam as decisões, são os homens que têm as sacadas inteligentes, são os homens que lutam/salvam o dia. A história é sempre muito conveniente para os mocinhos e faz menções exageradas a Red Bull e ao National Geographic (tá bom, a gente já entendeu que é patrocínio que saco!). O final encerra bem a história, inclusive tem um bom lapso temporal e fica quase tudo bem amarrado. Ademais, achei que foi um final muito rápido; o autor prolongou o clímax até os 90% do livro e quando aconteceu foi super acelerado. Algumas questões não foram esclarecidas, mas não termina com cliffhanger. Se fosse livro único eu acreditaria. Não vou e nem quero ler os demais, livrinho decepcionou. Enfim, tem quase 500 páginas e acaba ficando chato de ler - não acho que vale a pena, melhor pegar outro scifi melhor construído - mesmo que não seja excepcional - pra se entreter.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 11
    • 5 estrelas36%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas18%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas9%
    William Ford Gibson profile picture

    William Ford Gibson

    William Ford Gibson (Conway, South Carolina, 17 de Março de 1948) é um escritor norte-americano. É um dos fundadores do chamado gênero Cyberpunk, junto com Bruce Sterling e John Shirley, escreveu entre outras obras Neuromancer e Reconhecimento de Padrões (Pattern Recognition). <br><br> É também roteirista, tendo escrito o roteiro do filme Alien 3 e dois episódios da série de televisão Arquivo X. <br><br> Gibson é o inventor do termo ciberespaço (cyberspace), utilizado primeiramente em sua novela Burning Chrome, de 1982. A utilização do conceito e sua ampliação foi realizada no romance Neuromancer e nos outros dois romances da Trilogia do Sprawl (Count Zero e Monalisa Overdrive). Os conceitos e idéias de Gibson influenciaram diretamente a trilogia cinematográfica Matrix, de autoria dos Irmãos Wachowski. <br><br> Gibson é também fundador de outro subgênero da ficção científica, o steampunk, cujas histórias descrevem realidades alternativas a partir de tecnologias do século XX (por exemplo, computadores) que teriam sido desenvolvidas no século XIX. Assim, um computador vitoriano, como descrito por Gibson e Bruce Sterling no romance The Difference Engine, seria movido a vapor.

    27 Livros
    368 Seguidores
    South Carolina, Estados Unidos

    William Ford Gibson