Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores3
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    El siglo

    Javier Marías

    Debolsillo
    2007
    256 páginas
    8h 32m
    ISBN-13: 9788483462225
    Espanhol
    3.7
    3 avaliações
    Leram1Lendo1Querem1Relendo0Abandonos0Resenhas3
    Favoritos0Desejados1Avaliaram3

    Sentado junto a una ventana con vistas a un lago cuyas aguas indefinidas, letárgicas, pusilánimes e indecisas le parecen fiel imagen de aquellos que, esperando su muerte, lo rodean en su retiro, el juez Casaldáliga ya no recuerda aquella frase que su padre le repetía de niño una y otra vez: «Has de tener bien presente que un hombre no es nada sin un destino». Un destino inconfundible y nítido que él buscó, empecinado, durante muchos años, hasta que, en 1939, al regresar a su país después de un exilio de tres años en Lisboa, vio claro que el final de una guerra cuyas consecuencias ni le interesaban ni le importaban, le brindaba sin embargo una oportunidad para decidir no sólo su destino, sino también el de sus semejantes. El siglo (1983), una novela que se adentra en los mecanismos de la delación y la supervivencia, del dominio y la traición de los semejantes fue, durante mucho tiempo, una de las preferidas de su autor. «Las oraciones, a veces largas, y parcas en diálogo, comunican el sentido del tiempo, del siglo, que a su vez viene a ser no sólo el siglo en que vive Casaldáliga, en que vivimos nosotros, sino El siglo, el mundo, la vida.» J. H. ABBOTT, ABC

    Resenhas (3)Ver mais
    Ricardo Duarte picture
    Ricardo Duarte25/01/2015Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O século

    Nesse denso romance de 1983, duas vozes narrativas se intercalam para contar a história de um juiz que atuou como delator durante o regime de Franco -- nos capítulos ímpares, é o próprio juiz, já decrépito, que reflete sobre sua situação atual; nos capítulos pares, um narrador em terceira pessoa conta a vida desse juiz desde a infância até o fatídico dia em que se apresentou diante de alguns militares para se oferecer como colaborador. O discurso do juiz me lembrou muito do discurso de Dom Casmurro, e isso talvez não seja uma casualidade: em ambos os casos, o que vemos são desdobramentos do imaginário ibérico, especialmente acerca do masculino (a vida das armas e a vida das letras) e do feminino (a dama formosa e submissa) -- um masculino que não se encaixa mais no heroísmo das armas e que se refugia, amedrontado, na duplicidade das letras; um feminino que extravasa os limites em que havia sido confinado, sendo por isso condenado (e as mulheres na obra do Javier Marías costumam ter destinos trágicos).

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas67%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Javier Marías Franco profile picture

    Javier Marías Franco

    Escritor, tradutor e editor espanhol. Nasceu em Madrid em 20 de setembro de 1951 e faleceu em 11 de setembro de 2022 devido a uma pneumonia bilateral em decorrência da covid-19. Considerado o principal escritor espanhol da segunda metade do século XX e início do século XXI, ocupava a cadeira R da Real Academia Española (RAE) desde 2008. Formado em Filosofia e Letras, com especialização em Filologia Inglesa, pela Universidade Complutense de Madrid, foi professor de Literatura Espanhola e Teoria da Tradução na Universidade de Oxford (1983-1985), no Wellesley College de Massachusetts (1984) e na Universidade Complutense de Madrid (1986-1990). É autor de contos, ensaios, crônicas e 16 romances, entre eles "Coração tão branco" (1992), "Amanhã, na batalha, pensa em mim" (1994), "Seu rosto amanhã" (2002-2007), "Os enamoramentos" (2011), "Assim começa o mal" (2014), "Berta Isla" (2017) e "Tomás Nevinson" (2021). Era Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras da França.

    88 Livros
    59 Seguidores

    Javier Marías Franco