Edição de dezembro de 2014. As reportagens (que ainda vejo muito curtas) que me chamaram mais a atenção foram:
- Amapá, um cenário devastado: matéria de capa com um relato da situação precária do estado nos rankings nacionais, com déficit de professores, alta taxa de desemprego, evasão escolar, aumento da criminalidade e saúde pública alarmante. Tudo isso como um desafio para a nova gestão eleita que, diga-se de passagem, teve governo marcado por investigação policial em relação a distribuição dos recursos públicos e agora, como uma das primeiras iniciativas em 2015, aumentou o próprio salário e da governança. Algo lícito com essas nossas leis casuístas, mas imoral diante do povo.
- De lixão para aterro sanitário, obrigação cumprida por Macapá: fala da determinação da lei federal 12.305/10 sobre PNRS, que estabelece a destinação dos resíduos sólidos com a transformação de lixão em aterros sanitários até 2018. Dos 16 municípios amapaenses apenas Macapá possui aterro sanitário, localizado no km 14 à margem esquerda da BR 156 no sentido Macapá-Porto Grande.
- Sem permissão para passar: confirmação do que todo mundo sabia com a construção da ponte binacional Oiapoque-Guiana, sobre a perene facilidade de trânsito (com ou sem ponte) para o lado francês e os muitos entraves para os brasileiros. Progresso anunciado ou só mais um luxo para as facilidades do lado de lá?
- Personalidades, Patrícia Bastos: sobre a talentosa cantora regional, que tem trabalhos premiados e sua música (Canoa Voadeira) e seu álbum (Zulusa) estão cotados para virar um documentário sobre o cenário da Amazônia (AP e PA), através do cineasta Sandro Serpa.
- A crônica do pastor Oton, Era Natal, faz um paralelo entre a simplicidade (de como ocorreu o Natal) com a ostentação atual e esquecimento dos reais valores. Essa crônica não é inédita.