Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores151
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Sol dos Amantes (Clássicos da Literatura Romântica) - Chase The Thunder

    Patrícia Potter

    Nova Cultural
    1991
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    58 avaliações
    Leram88Lendo5Querem56Relendo1Abandonos1Resenhas3
    Favoritos5Desejados56Avaliaram58

    Quando se desconhece a arte do amor, a conquista é uma difícil tarefa ... A passagem do tempo obriga Casey Sauders a aceitar a transformação. Agora é mulher . A mudança desejada por toda jovem lhe causa uma ansiedade exasperante. Filha de um xerife obstinado a criá-la à sua imagem, havia se tornado uma criatura bizarra: cabelos curtos, hábil no manejo de armas, "um homem da lei". A paixão inesperada pelo atraente tenente Sean Mallory a deixa desarvorada. Simplesmente se apaixona... e cai num abismo de incertezas. Tratada por Sean apenas como companheira eficiente numa missão difícil, Casey não sabe como chamar sua atenção. Ela quer dominar a arte do amor. Mas como aprender a ser feminina e sedutora em plena caça a um assassino?

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (3)Ver mais
    Carla Parreira picture
    Carla Parreira13/07/2024Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O Sol dos Amantes (Patricia Potter). A história acontece em 1867, no sul do Texas, num cenário propicio a xerifes, pistoleiros, faroestes, vilões e mocinhos. O livro é rico em aventuras e riscos, mostrando o quanto a força e a coragem eram veneradas, enquanto a inocência e a pureza eram apreciadas. Em meio a essa realidade tumultuada, uma jovem mocinha é criada apenas por seu pai, um xerife de fama e respeito. Ela cresce sob a sombra de seu pai, adquirindo as mesmas qualidades: força, rusticidade, cabelos curtos e habilidade no manuseio de armas de fogo. A jovem mocinha se transforma em uma mulher, mas sem o apoio de seu pai e enfrentando o desafio de lidar com a trágica perda que marcou sua vida. Juntamente com um tenente forte e atraente, embarcam em uma missão perigosa. Ao longo desse caminho, a jovem mulher descobrirá o profundo sentimento da paixão, enquanto enfrenta inimigos e o desconhecido. A história é um retrato vívido da epoca, onde a luta pelos ideais e a busca por justiça enfrentavam a dureza do destino. * Trechos sublinhados: "...Muito raramente, ela se perguntava se não faltava algo em sua vida. O amor de um homem? Porém, nenhum vaqueiro das fazendas vizinhas, ou qualquer rapaz da cidade, jamais fizera seu coração disparar, como as novelas que lia diziam que acontecia quando uma mulher encontrava o amor. Casey chegara à conclusão de que o amor não passava de invenção das mentes românticas. Nunca fora cortejada, abraçada ou beijada. Talvez os homens não gostassem de mulheres que seriam capazes de jogálos no chão numa briga ou derrotálos numa competição de tiro. Não. Não lhe faltava nada. Tinha liberdade para cavalgar pelas campinas e acampar num lugar deserto, se tivesse vontade. Mantinha amizade profunda com seu cavalo e os dois se entendiam perfeitamente. Com ele, corria contra o vento e cortava a imensidão da planície, à luz do amanhecer, ou sob a claridade suave do crepúsculo. Casey era feliz... Educara a filha para que ela pudesse enfrentar tais situações com a mesma coragem de um homem, mas naquele momento se arrependia do que fizera. Casey era frágil, delicada. Parecia uma criança carregando uma arma de brinquedo, pesada demais para as mãos pequenas. Não era justo permitir que ela se expusesse aos perigos de um combate contra bandidos. A vida de Casey estava apenas começando... Ele nunca conseguira entender a atração que uma execução exercia sobre as pessoas. Forçado pelas circunstâncias, já vira gente demais morrer e estava farto de violência. Mas havia algo sinistramente excitante no ritual de uma execução. Homens e mulheres acorriam ao local do triste espetáculo como se estivessem indo a um circo... O pai lhe ensinara como julgar um homem pela observação do modo de andar, ficar parado e cavalgar. Havia autoconfiança na maneira como Sean se movia e no modo como falava, deixando entrever que esperava ser obedecido sem discussão. Era evidente que ele possuía invejável controle sobre as emoções, mas era possível adivinhar uma borbulhante violência represada em seu íntimo... Através da bruma que começava a envolvê-la, Casey ouviu as palavras de Sean, percebendo a ponta de ternura que havia nelas. Enlevada, afundou mais o rosto no peito largo, sentindo-se protegida. Ele não hesitara em tomá-la nos braços, apesar da lama malcheirosa que a cobria, e Casey, pela primeira vez na vida, soube como era bom deixar que alguém assumisse o controle da situação. Era bom saber que alguém se preocupava com ela e lhe oferecia conforto e segurança. A chuva tornara-se rala e Sean olhou para o céu, começando a andar. Talvez fosse possível acender uma fogueira quando alcançassem a cabana, cerca de trezentos metros abaixo de onde estavam... Ele possuía um jeito especial de deixar as pessoas à vontade e sua personalidade calorosa atraía simpatia imediata... Casey sentou-se ao lado dele e lentamente estendeu-se numa parte da cama. Sean apagou a vela e também se deitou, mas o peso de seu corpo inclinou o colchão e Casey rolou sobre ele. Recuou como se houvesse caído sobre brasas, apenas para rolar novamente e cair nos braços de Sean, que riu baixinho. — É melhor desistir — ele cochichou, ainda rindo. — De costas fica pior para agüentar seu peso. Portanto, vai ter de suportar meu abraço. Ela sorriu, então, e depois começou a rir baixinho, contagiada pelo riso dele. Quando sossegaram, suspiraram felizes, entregando-se ao prazer da proximidade dos corpos quentes, em doce camaradagem. Sean reprimira o desejo, mas ficar com Casey nos braços, sentindo-lhe a respiração suave, era delicioso. Fechou os olhos, reconhecendo que sentia por ela algo mais profundo que uma paixão, momentânea. Antes de se entregar ao sono, Casey pensou que seu lugar era entre aqueles braços fortes. Ali, sentia-se protegida. Nunca mais seria feliz, longe de Sean... Deixou que as mãos explorassem as curvas do corpo trêmulo de paixão, provocando um estremecimento que revelavam a ansiedade que a dominava. Com enternecedora timidez, ela ergueu as mãos e acariciou-lhe os cabelos, encostando-se mais a ele, pedindolhe em silêncio que a tomasse. Sean deixou-se levar pela onda ardente de desejo e tomou o rosto afogueado nas mãos, estudando-o à luz dos relâmpagos... Quando pensou que atingira o ponto máximo de tanta felicidade, percebeu que perdia o controle sobre o corpo e que a tensão deliciosa aumentava de forma insuportável. Sentiu-se, então, estraçalhada por ondas de prazer que a fizeram arquejar e agarrar-se a Sean, gritando descontrolada contra os lábios dele. Sean experimentava o mesmo êxtase, repetindo o nome dela como se fosse morrer, dominado pelas sensações que o faziam perder a noção de tudo. Depois de muito tempo, ele rolou para o lado, aconchegando-a no peito. Casey ainda sentia o corpo pulsar e a pele quente, como se ela estivesse com febre. Jamais poderia imaginar que existissem sensações tão maravilhosas e que o êxtase pudesse ser tão inebriante. Sean inclinou-se sobre ela e beijou-lhe o nariz arrebitado, os lábios latejantes e finalmente os olhos que ainda cintilavam, lânguidos de prazer... Casey o queria outra vez. O rosto afogueado refletia desejo e as mãos pequenas o tateavam, causando-lhe arrepios. Deitou-se sobre ela novamente, mergulhando no corpo úmido e quente, reiniciando a dança sensual da paixão. Foi ainda mais belo que da primeira vez. Casey deixou-se perder num mar de sensações que não podiam ser explicadas, bem compreendidas. Como traduzir em palavras, ou mesmo em pensamentos, a explosão de prazer que a engolfava, levando-a ao paraíso? E subitamente não foi mais possível suportar o tormento delicioso. Arqueou-se sob uma investida mais forte de Sean e o corpo tornou a incendiar-se sob a onda de emoções e sentimentos. Ela estremeceu e chorou na doce violência do clímax. Longos minutos se escoaram e eles permaneceram enlaçados. Sean, com toda a sua experiência, não conhecera antes tamanha paz e alegria... Ela também tinha usado anáguas e espartilho apenas para me causar boa impressão, mas acabara por decidir que eu precisava conhecê-la como realmente era..."

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 58
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas10%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas0%
    Patrícia Potter profile picture

    Patrícia Potter

    Patricia Potter é uma premiada autora americana que já publicou vinte e oito livros e seis novelas em quinze países e tem estado frequentemente na lista de bestsellers Waldenbooks nos EUA desde sua estréia em 1988 até hoje. <br> Ela foi presidente da Geórgia Romance Writers Association (1988-1990) e serviu como presidente dos Escritores de Romance da América em 2004. <br> Antes de escrever ficção, Patricia era repórter do Atlanta Journal, editora de um jornal suburbano de Atlanta e presidente de uma empresa de relações públicas também em Atlanta. <br> A autora vive em Memphis, Tennessee, com dois Shelties e um Poodle toy.

    30 Livros
    13 Seguidores

    Patrícia Potter