Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições9
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1098
    • Leitores19548
    • Similares9
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Mistério dos Sete Relógios -

    Agatha Christie

    HarperCollins Brasil
    2016
    264 páginas
    8h 48m
    ISBN-13: 9788520939918
    Português Brasileiro
    3.9
    7771 avaliações
    Leram13562Lendo461Querem5275Relendo17Abandonos233Resenhas1098
    Favoritos197Desejados5275Avaliaram7771

    “Ao final desta história, o leitor sentirá vontade de relê-la só para ter certeza de que a autora não lhe pregou uma peça.” – Jornal The Scotsman Durante uma temporada na distinta mansão Chimneys, um grupo de jovens espirituosos decide dar uma lição ao incorrigível Gerry Wade. Eles compram oito despertadores e os escondem em seu quarto, para que Wade finalmente acorde no horário certo. Mas a brincadeira toma um rumo sombrio quando ele é encontrado morto na cama, vítima de uma aparente overdose. No entanto, todos se surpreendem quando percebem que apenas sete dos oito relógios estão no local do crime. Uma carta escrita por Wade para sua meia-irmã talvez contenha uma possível pista, envolvendo uma sociedade secreta ligada à máfia. Será que há algum tipo de conspiração internacional por trás da morte do rapaz? Há o risco dessa organização criminosa fazer ainda mais vítimas? É o que Lady Eileen Brent e seus amigos tentarão evitar, desvendando esse mistério com o auxílio do superintendente Battle.

    Edições (9)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (9)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1098)Ver mais
    Fabio Shiva picture
    Fabio Shiva05/07/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Queria sorvete, mas encontrei feijão!

    Existe uma anedota bem conhecida que define bem como foi a minha experiência com esse livro: abrir um pote de sorvete e descobrir que alguém usou para guardar feijão! Sou um fã inveterado de Agatha Christie, a ponto de ter lido duas ou três vezes boa parte de seus livros (só esse ano já li seis dela). Pois então, imaginem a minha alegria ao constatar que ainda não havia lido esse “O Mistério dos Sete Relógios”, por ter confundido com outra obra de Agatha de título similar, “Os Relógios”. Mergulhei na leitura, feliz da vida por esse natal antecipado, mas ó, tristeza! Por volta da página 30 descubro que não se trata de um livro de mistério e assassinato, cuja grande diversão é decifrar as pistas para descobrir a identidade do assassino, jogo intelectual no qual Agatha tornou-se imbatível e fez por merecer o título de “Rainha do Crime”. Mas sim uma de suas embaraçosas tentativas de escrever uma aventura de espionagem, que eu pessoalmente detesto! Por isso a sensação que tive foi a de encontrar feijão congelado onde eu esperava me deleitar com um bom napolitano! Mas por que, afinal, detesto tanto as histórias de espionagem de Agatha Christie? O grande ganho que tive com essa leitura foi justamente buscar evidências para responder a essa pergunta. Mas somente a partir da página cento e tanto, pois até então ainda me esforcei por gostar da história, pelo que ela era. Mas não deu. Não cheguei a desgostar a ponto de interromper a leitura (isso só aconteceu em um dos livros de Agatha, “Passageiro Para Frankfurt”, que abandonei na página 60). Mas li corrido e desatento, sempre na hora de deitar, para ajudar o sono a vir. Tantos “mas” em um único parágrafo não são à toa. De fato, encontro muitas objeções às histórias de espionagem de Agatha Christie. A primeira e a maior delas é justamente o fato de eu ser tão fã das histórias clássicas de “Whodunit” (“quem matou?”) escritas por Agatha. Considero essas histórias mais um jogo de dedução que propriamente literatura, e nesse caso determinadas fragilidades na trama não têm a menor importância, o que não é o caso quando se trata de um romance que tenha outros objetivos além de propor um enigma ao leitor. Por exemplo, a verossimilhança. Vários crimes cometidos nos livros de Agatha são absolutamente inverossímeis, e é praticamente impossível que algum dia pudessem ser cometidos na vida real. Isso em nada atrapalha a diversão do leitor-detetive, muito pelo contrário: quanto mais complicado e impraticável for o crime, maior a diversão (tanto que existe até um subgênero do romance policial, que se dedica exclusivamente a “mistérios do quarto fechado”, linha que tem em John Dickson Carr um de seu maiores expoentes). Outro fator é a bidimensionalidade dos personagens. Ninguém espera profundidade de um personagem de romance policial clássico (diferentemente do que acontece nos mistérios de Georges Simenon ou de P. D. James, por exemplo). Os personagens são mais ou menos como peças em um tabuleiro: “Coronel Mostarda na biblioteca”. Se acontece algum envolvimento romântico entre personagens de uma trama de mistério clássico, isso está a serviço do jogo do detetive: pode (ou não) ser apenas um despiste para desviar a atenção do verdadeiro culpado. Mas (e aí vai um grande “mas”) em uma história de “espionagem” de Agatha Christie o jogo da dedução sai do primeiro plano e torna-se um elemento secundário da trama. Assim, em minha opinião, ficam incomodamente evidentes as fragilidades que em nada me afetam nas histórias de detetive: a inverosimilhança, os personagens rasos, as historietas românticas. E sobretudo o senso aristocrático de humor. Por algum motivo, Agatha parece associar a espionagem a aventuras rocambolescas e divertidíssimas (ao menos para os envolvidos). Isso me incomoda porque considero a espionagem uma atividade sórdida, que traz à tona o pior da natureza humana e onde dificilmente “os fins justificam os meios”. Isso não significa que eu não goste de ler romances de espionagem, veja bem! Contudo, nessa categoria tenho como ídolos John Le Carré e Graham Greene (quem já leu esses autores deve entender meu desgosto com as ingênuas histórias de espionagem de Agatha). Sem contar que, no Brasil de 2021, fica difícil simpatizar com as piadas da aristocracia britânica de quase um século atrás (o romance é de 1929), piadas sobre golfe, sobre a estupidez dos lacaios, sobre a chatice de suportar narrativas tediosas sobre as crianças refugiadas do pós-guerra... “— Cultura de almanaque, não é? — Existe algo mais horrível do que isso? — disse Mr. O’Rourke, acrescentando com ar santarrão: — Graças a Deus, tive boa educação e não entendo absolutamente nada de coisa alguma.” https://comunidaderesenhasliterarias.blogspot.com/2021/07/o-misterio-dos-sete-relogios-agatha.html

    139 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 7771
    • 5 estrelas27%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas1%
    Agatha May Clarissa Miller  profile picture

    Agatha May Clarissa Miller

    Dame Agatha Mary Clarissa Mallowan (Torquay, Devon, Inglaterra, Reino Unido, 15 de setembro de 1890 — Wallingford, Oxfordshire, Inglaterra, Reino Unido, 12 de janeiro de 1976), mundialmente conhecida como Agatha Christie, foi uma romancista policial britânica, autora de mais de oitenta livros. Seus livros são dos mais traduzidos de todo o planeta, superados apenas pela Bíblia e pelas obras de Shakespeare, com mais de 4 bilhões de cópias vendidas em diversas línguas. Conhecida como Duquesa da Morte, Rainha do Crime, dentre outros tútulos, criou os famosos personagens Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence Beresford e Parker Pyne, entre outros. Agatha Christie escreveu também sobre o pseudônimo de Mary Westmacott.

    480 Livros
    10.703 Seguidores
    Devon, Inglaterra

    Agatha May Clarissa Miller