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    A Quarta Revolução - A Corrida Global Para Reiventar o Estado

    John Micklethwait, Adrian Wooldridge

    Companhia das Letras
    2015
    296 páginas
    9h 52m
    ISBN-13: 9788582850077
    Português Brasileiro
    3.6
    14 avaliações
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    Na maioria dos Estados do Ocidente, a desilusão com o governo se tornou endêmica. No entanto, como mostram John Micklethwait e Adrian Wooldridge em A quarta revolução, essa é uma visão extremamente limitada das coisas. Segundo os autores, já ocorreram três grandes revoluções políticas e estamos agora passando pela quarta na história do Estado nacional; desta vez, porém, o modelo de Estado ocidental corre o risco de ficar para trás. Os autores oferecem um tour global pelas grandes inovações em curso e mostram que a corrida não é apenas para conquistar eficiência e eficácia, mas também para definir os valores políticos que triunfarão no século XXI. O centro de gravidade está mudando rapidamente, e os interesses em jogo não poderiam ser mais altos.

    Resenhas (1)Ver mais
    alex picture
    alex13/02/2022Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    A quarta revolução - a corrida global p/ reinventar o Estado

    De John Micklethwait e Adrian Wooldridge (2014) Título pomposo. Conteúdo aquém das expectativas. Um problema sério (e corriqueiro) de livros que tem uma pegada de gestão (ainda que tratem de questões mais amplas, como é o caso). Na maior parte do livro há muitos e muitos relatos sobre os problemas dos Estados e governos (casos interessantes e anedóticos), mas pouca tinta se gastou para tratar do futuro (da dita "quarta revolução"). Nesse pouco, algumas boas ideias (a experimentação de novos modelos ou a superação da Lei de Baumol sobre produtividade no setor de serviços, p. ex.) e algumas propostas de senso comum (aprofundar o uso das novas tecnologias e buscar equilíbrio fiscal com as reformas necessárias). O livro, no entanto, carrega questões escancaradamente ideológicas, principalmente no capítulo final, no qual conclui pela necessidade de se reduzir direitos sociais para manter ou reanimar os direitos individuais. Em tempo: autores anglo-saxões, com ênfase declarada (parabéns pela noção e transparência) nas experiências do Reino Unido e EUA.

    2 curtidas

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