Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores194
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Uma Breve História da Filosofia Moderna - De Descartes a Wittgenstein

    Roger Scruton

    José Olympio
    2008
    378 páginas
    12h 36m
    ISBN-10: 8503008688
    Português Brasileiro
    4.3
    19 avaliações
    Leram32Lendo8Querem153Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados153Avaliaram19

    'Uma breve história da filosofia moderna' aborda a jornada do pensamento contemporâneo. Assinado pelo especialista Roger Scruton, consiste em um estudo direcionado a todos os públicos - estudiosos, especialistas, curiosos. Proporciona uma viagem através idéias de Descartes, tido como o fundador da filosofia moderna, aos mais influentes pensadores dos últimos séculos - Wittgenstein, Spinoza, Leibniz, Locke, Hobbes, Hume, Hegel, Kant, Schopenhauer, Kierkegaard, Nietzsche, Marx e Sartre, entre outros.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Bruno de Oliveira picture
    Bruno de Oliveira08/08/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Um ótimo manual para a filosofia moderna e o que seguiu depois dela. Tem a virtude de explorar os filósofos de modo que não finge ser imparcial e declara abertamente sua parcialidade. Isso é ótimo. O autor passa um tempo enorme mostrando os problemas aos quais os sistemas filosóficos se conduzem por si mesmos, só para mais tarde apontar como eles se tornam ainda mais complicados à luz das críticas que lhe foram dirigidas. No fim, os únicos filósofos que sobrevivem no livro foram aqueles não avaliados demoradamente por ele. Confesso que demorei um tempão para ler alguns autores, não sei se porque os desgosto ou porque o texto foi se tornando enfadonho. Estou pensando em Kant e Hegel especificamente. Contudo, há uma coisa interessantíssima que Scruton nos traz em sua análise, que é a perpetuação dos conceitos filosóficos no decorrer da história. Mesmo após o capítulo sobre esses dois filósofos, suas filosofias continuaram a ser expostas no livro dentro do pensamento de outros, como Sartre e os existencialistas. Do mesmo modo, o livro abre com Descartes e discute o francês de La Haye por praticamente todo o livro. Em geral, parece que os filósofos são analisados com uma preocupação constante em se mostrar que não estão sobrepostos aos mundo por conta da importância que tenham tido historicamente. Nietzsche é importante, mas é apenas um filósofo. Marx é olhado mais como um cientista social (historiador, sociólogo, economista, o que for) do que como um filósofo. Particularmente, acho isso muito bom. Muitos livros perpetuam os mitos construídos em torno da figura e filosofia dos filósofos. Quando vemos Nietzsche como um pensador sujeito a críticas, com incoerências, fica mais fácil olhar sua filosofia como um pensamento construído artificialmente e com labuta que como uma revelação derradeira do mundo, gravada nele como uma natureza. Muita gente vê essa coisa messiânica na filosofia; eu detesto. Para iniciantes não sei bem se o livro cumpre o que pretende, no entanto, para quem já tem alguma leitura de filosofia, serve muito bem e ajuda a compreender o que rola na área a partir do rumo tomado a partir de Descartes.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 19
    • 5 estrelas47%
    • 4 estrelas42%
    • 3 estrelas11%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Roger Vernon Scruton profile picture

    Roger Vernon Scruton

    Filósofo e escritor inglês, especialista em Estética. Tem sido apontado como o intelectual britânico conservador mais bem-sucedido desde Edmund Burke e foi nomeado Cavaleiro da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II em junho de 2016. Escreveu mais de trinta livros, incluindo Art and Imagination (1974), The Meaning of Conservatism[4](1980), Sexual Desire (1986), The Aesthetics of Music (1997), A Political Philosophy: Arguments for Conservatism (2006), Beauty (2009), Our Church (2012), How to be a Conservative (2014), The Palgrave Macmillan Dictionary of Political Thought e How to Think Seriously About the Planet: The Case for an Environmental Conservatism (2012). Também escreveu livros didáticos sobre filosofia e cultura, dois romances, e compôs duas óperas.

    73 Livros
    236 Seguidores
    Buslingthorpe, Inglaterra

    Roger Vernon Scruton