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    Semiótica e literatura -

    Décio Pignatari

    Ateliê Editorial
    2004
    195 páginas
    6h 30m
    ISBN-10: 8574802050
    Português Brasileiro
    4
    24 avaliações
    Leram47Lendo3Querem82Relendo1Abandonos2Resenhas0
    Favoritos1Desejados82Avaliaram24

    Mas, afinal, para que serve a Semiótica? Serve para estabelecer as ligações entre um código e outro código, entre uma linguagem e outra linguagem. Serve para ler o mundo não-verbal: "ler" um quadro, "ler" uma dança, "ler" um filme - e para ensinar a ler o mundo verbal com ligação com o mundo icônico ou não-verbal. A arte é o oriente dos signos; quem não compreende o mundo icônico e indicial não compreende corretamente o mundo verbal, não compreende o Oriente, não compreende poesia e arte. Um outro nome para este livro: o próximo e o parecido.

    Edições (3)

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    Décio Pignatari profile picture

    Décio Pignatari

    Foi um poeta, escritor e tradutor brasileiro, um dos maiores nomes do movimento concretista. Publicou seus primeiros poemas na Revista Brasileira de Poesia, em 1949. No ano seguinte, estreou com o livro de poemas "Carrossel", e, em 1952, fundou o grupo "Noigandres" e editou a revista-livro de mesmo nome, com os poetas Haroldo De Campos e Augusto De Campos. Com o grupo Noigandres, em 1956, lançou oficialmente o movimento de Poesia Concreta, durante a Exposição Nacional de Arte Concreta no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP), que foi consecutivamente realizada no saguão do Ministério da Educação e Cultura (MEC), no Rio de Janeiro. O grupo publicou, em 1956, o "Plano-piloto para Poesia Concreta", traduzido em diversas línguas. Em 1965, ainda com Haroldo e Augusto de Campos, lançou o livro "Teoria da Poesia Concreta". Além da produção crítica e literária, Pignatari fez pesquisas na área de Semiótica - em 1969, ajudou a fundar "L'Association Internationale de Sémiotique" (AIS), na França, e participou, em 1975, do lançamento da Associação Brasileira de Semiótica (ABS). Como teórico da comunicação, traduziu obras de Marshall McLuhan e publicou o ensaio "Informação, Linguagem e Comunicação" (1968). Sua obra poética está reunida em "Poesia Pois é Poesia" (1977). Na área da publicidade e propaganda, a enigmática capa do álbum "Todos os Olhos" (1973), de Tom Zé, foi concebida por Décio, assim como a marca "Lubrax", do lubrificante automotivo.

    36 Livros
    6 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Décio Pignatari