Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores48
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Princípios Penais no Estado Democrático (Para Entender Direito)

    Marcelo Semer

    Estúdio Editores.com
    2014
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-13: 9788567776194
    Português Brasileiro
    4.7
    3 avaliações
    Leram10Lendo8Querem30Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados30Avaliaram3

    Estudar os princípios penais tem uma tarefa dúplice: conhecer a essência do Direito penal e aprofundar o sentido de sua redução. É isso o que o texto se propõe, abordando os paradigmas do Direito penal moderno, por intermédio de seus princípios fundamentais: legalidade, culpabilidade, lesividade, intervenção mínima, igualdade, proporcionalidade, humanidade e individualização das penas. O poder punitivo é bruto, atavicamente expansivo e socialmente verticalizador. Nenhum outro meio de controle social provoca tanta violência a pretexto de combatê-la. Nenhum controle mantém-se em crescimento de uma forma tão persistente, com tantos efeitos colaterais. Nenhuma sociedade passa incólume ao fortalecimento da autoridade e à seletividade nos seus mecanismos de contenção. Não há outro sentido possível a um Direito penal que se pretenda controle social formalizado do que a paradoxal função de servir de contradição e limite ao mesmo poder que legitima – sem o que a ideia de um Direito penal mínimo, que se amolda ao nosso Estado Democrático de Direito, não passará de uma palavra de ordem vazia. Busca-se, assim, compreender por intermédio da evolução histórica e de uma avaliação crítica tanto a importância dogmática dos princípios quanto as frustrações de sua aplicação na vida real. O texto encerra com uma abordagem provocativa sobre o papel do juiz na tutela dos princípios, dentro de sua função essencial de garantidor dos direitos fundamentais.

    Resenhas (1)Ver mais
    Paulo Silas Taporosky Filho picture
    Paulo Silas Taporosky Filho06/06/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Um exposição criteriosa dos "Princípios Penais no Estado Democrático". Em que pese as poucas páginas da obra (uma das propostas da coleção "Para Entender Direito"), a profundidade no trato do tema atingida pelo autor é notória e merece aplausos. O poder punitivo, conforme dito pelo autor, sendo bruto, expansivo e socialmente verticalizador, merece a devida contenção, a fim de coibir abusos (ainda) existentes. Para tanto, há de se haver paradigmas estruturantes que coíbam o excesso e forneçam as diretrizes do sistema penal: daí os princípios. Sendo os princípios também normas, estes merecem abalizar o sistema no qual integra o poder punitivo. Daí a contribuição do autor na exposição sistemática dos Princípios Penais Constitucionais, o qual não é feito de maneira pincelada, mas sim de forma profunda e coerente. O autor disseca, dentre outros, o Princípio da Legalidade, da Culpabilidade, da Lesividade, da Intervenção Mínima, da Igualdade, da Proporcionalidade, da Humanidade da Pena e da Individualização da Pena, evidenciando a estrutura Constitucional destes, bem como abordando os seus referenciais e consequências da aplicação (e da não aplicação) dos mesmos. Nas palavras do autor, "o direito penal, em primeiro plano é, em suma, um estimulante suicida da democracia", de modo que o papel dos Princípios num Estado Democrático é salutar e evidentemente necessário. Direitos e garantias devem ser respeitados, observando-se a estrutura hierárquicas das normas vigentes - o que deve ser feito tanto no plano constitucional como também com a análise dos tratados e convenções dos quais o Estado é signatário. O livro encerra com a abordagem do papel do juiz na tutela dos princípios, já que este se situa no epicentro das mencionadas garantias. Assim, o juiz não deve figurar o papel de combatente do crime, já que sua função é garantir os direitos fundamentais, agindo como um terceiro imparcial no processo, respeitando-se assim o sistema acusatório vigente, não cedendo à pressões midiáticas e populares. Enfim, conhecer o seu lugar e desempenhar o seu papel de garantidor de direitos e, fundamentalmente, dos princípios expostos na obra. Leitura salutar que contribui (muito) para o estudo dos Princípios Penais. Recomendo!

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    4.7 / 3
    • 5 estrelas67%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%