Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores71
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Histórias Para Noites Sem Luar (Alfred Hitchcock Apresenta) -

    Alfred Hitchcock

    Record
    1961
    213 páginas
    7h 6m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    19 avaliações
    Leram38Lendo0Querem32Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos1Desejados32Avaliaram19

    Os dicionários definem terror como uma sensação que "impli­ca medo intenso relativamente prolongado e pode se referir a perigos imaginários ou futuros". Quando Alfred Hitchcock esco­lhe histórias para provocar ter­ror, é meticulosamente fiel a essa definição. E sabe, também, que tudo po­de acontecer. Como encontrar em plena selva amazônica "O Ho­mem que Gostava de Dickens". Ou que tudo pode acontecer quando há um tarado à solta, vo­cê volta sozinha do cinema de­pois de meia-noite. . . e "A Cida­de Está Dormindo". Às vezes, o terror pode vir das coisas mais inocentes, como os "Nossos Ami­gos Emplumados". Ou de uma es­tranha mariposa que saiu de "O Casulo". Alfred Hitchcock escolheu as histórias para este livro, selecio­nando autores de renome internacional, como Ray Bradbury, Evelyn Waugh, Jerome Bixby, Henry Slesar e muitos outros. São histórias garantidas para ater­rorizar as pessoas mais normais e até mesmo algumas anormais. Como todo mundo sabe, o britâ­nico Hitchcock é especialista em macabro e bizarro. Quando lhe ­foi pedido que explicasse a ma­neira como encara o crime na ficção, ele escreveu: "O crime estúpido, a quadri­lha impiedosa, o assassino profis­sional sempre me pareceram po­sitivamente indelicados. O crime é uma arte e precisa do adorno de uma imaginação sofisticada. Os verdadeiros aficionados prefe­rem ter os nervos abalados pela ameaça implícita, os Borgias ao invés dá Máfia. O que pode haver de mais delicioso do que um cri­me doméstico, quando executa­do com sutileza e imaginação? Deixo a outros talentos mais prosaicos os materiais baseados em relatos de jornais. Crimes ver­dadeiros? Que coisa horrível! Infelizmente, a maioria é insípida e não apresenta qualquer indício do planejamento cuidadoso e pensamento extremoso que devem ser inerentes a qualquer ati­vidade humana tão gratificante como o crime."

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Matheus Fernandes picture
    Matheus Fernandes01/07/2021Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Ótimo livro!

    Os contos aqui não chegam a ser um terror pesado como eu pensava, e alguns contos são mais interessantes que outros. Eu adorei alguns, principalmente os primeiros. Depois os contos começam a ficar menores e bobos. Mas sem dúvidas, é um livro de coletânea de contos que eu adorei conhecer, e que talvez eu pegue para reler um ou outro conto. Adoraria ler os outros livros dessa coleção do Alfred Hitchcock.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 19
    • 5 estrelas21%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas21%
    • 1 estrelas0%
    Sir Alfred Joseph Hitchcock profile picture

    Sir Alfred Joseph Hitchcock

    Foi um cineasta britânico. Considerado o "Mestre do suspense" e um dos mais conhecidos e populares realizadores de filmes desse gênero de todos os tempos. Foi indicado 5 vezes ao Oscar por melhor direção. Aos 20 anos, conseguiu seu primeiro emprego na área cinematográfica. A partir daí, tudo que fez foi ligado à Sétima Arte. Em 1926, casou com Alma Deville (um casamento que durou a vida inteira). Dessa união teve Patrícia que fez algumas pontas em alguns de seus filmes. Em 1939, se mudou para os EUA e assinou contrato com David O. Selznick (produtor dos clássicos ...E o Vento Levou e Começou em Nápoles). Esse contrato trouxe muita sorte para Hitchcock, pois o primeiro longa que dirigiu, recebeu o Oscar de melhor filme: "Rebeca: a mulher inesquecível". Outros filmes vieram, e o mundo começou a se encantar pela sua genialidade em dirigir e criar suspense. Em 1955, ganhou um programa de TV chamado “Alfred Hitchcock Presents”. Tratava-se de um programa com vários episódios criminais e foi um enorme sucesso servindo para aumentar ainda mais a sua popularidade. Nunca ganhou um prêmio por melhor direção no Oscar, apesar de ter sido indicado 5 vezes.

    63 Livros
    48 Seguidores

    Sir Alfred Joseph Hitchcock