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    Poemas Atribuídos - Volume 2 - Códice Asensio-Cunha

    Gregório de Matos

    Autêntica
    2014
    400 páginas
    13h 20m
    ISBN-10: 8582173059
    Português Brasileiro
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    No início do século XVIII, o letrado baiano Manuel Pereira Rabelo recolheu poemas que circulavam em Salvador na oralidade e em folhas volantes, atribuindo-os a Gregório de Matos e Guerra, que lá vivera entre 1682 e 1694. Para prefaciar a compilação, escreveu um retrato do poeta, que é ficção epidítica do gênero 'vida'. Em 1840, o Cônego Januário da Cunha Barbosa publicou uma paráfrase dele como prefácio para dois poemas que atribuiu a Gregório e editou no número 9 da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. A paráfrase interpreta os lugares-comuns retóricos da ficção como fatos positivos da vida empírica do homem Gregório, convertendo a verossimilhança da vida do personagem do texto do século XVIII na verdade da psicologia de um indivíduo romântico do século XIX. Varnhagen a retomou no Florilégio da Poesia Brazileira, em 1850, classificando o homem Gregório como doente, vadio e protonacionalista. Críticos posteriores vestiram novas roupagens positivistas, deterministas, racistas, climáticas, psiquiátricas, estilísticas, sociológicas, semióticas, neovanguardistas e tropicalistas nessa interpretação romântica, propondo os poemas como etapas para o Estado Nacional Brasileiro, expressão anárquico-antropofágico-riponga-policultural da baianidade, antecipação profética das funções da linguagem de Jakobson, prefiguração colonial da pós-modernidade pós-utópica e mais coisas típicas de uma colônia do Antigo Estado português.

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    Gregório de Matos e Guerra

    Gregório de Matos e Guerra (Salvador, 23 de dezembro de 1636[1] — Recife, 26 de novembro de 1695), alcunhado de Boca do Inferno ou Boca de Brasa, foi um advogado e poeta do Brasil . É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período.

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    Bahia, Brasil

    Gregório de Matos e Guerra