Na real, esse primeiro volume traz uma HQ bem mequetrefe e não curti. O formato da Liga da Justiça com heróis do segundo escalão começou a circular no final dos anos 80. Os medalhões estavam em reformulação na época e as histórias eram marcadas por humor, abusando de situações de escracho, desenhos com expressões faciais a la Jerry Lewis e era uma tosqueira legal. A HQ tem isso, mas parece limitada pela presença do Batman (o único "medalhão") que exerce uma liderança que vai tolindo a tosqueira (mas que está prestes a explodir). Infelizmente o morcegão (o super-herói que mais curto na DC) tá é com cara de mala, tentando controlar as sandices e egos de malucos como o Guy Gardner e Besouro-Azul.
Sai daí Batman! Vá para sua melancólica ação nas trevas e deixa essa galera por conta em suas sandices e egos inflados.
Registrando algo específico, o grupo tem dois momentos de enfrentamentos. Primeiro agem contra um terrorista-bomba na ONU e depois contra um trio de heróis de outro mundo, que procuram acabar com as armas atômicas mundiais por serem a causa da destruição de seu mundo. Tem uma ironia, pois a Liga acaba lutando pró-defesa dos países em seus projetos atômicos. Foi o que me pareceu. Será que tentaram incutir uma mensagem na HQ? Da importância do arsenal para aquela geração que ainda vivia a guerra fria? Possível...
Enfim, não curti e vamos ver no que esse bicho vai dar no segundo volume de 4.