Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores38
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Germinal vol 2 (Coleção Grandes Clássicos da Literatura em Quadrinhos) - Coleção Grandes Clássicos da Literatura em Quadrinhos

    Émile Zola

    Del Prado
    2015
    60 páginas
    2h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    14 avaliações
    Leram18Lendo1Querem19Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos2Desejados19Avaliaram14

    A greve leva o cortiço à fome. O exército, enviado para resolver o conflito, atira nos grevistas, fazendo 25 mortos. O anarquista Souvarine passa para a aão e sabota a mina Voreux: uma verdadeira catástofre acontece, pois vários mineiros voltavam ao trabalho. Étienne, Catherine, e também Chaval, o contramestre e rival amoroso de Étienner, figuram entre os trabalhadores que ficam presos embaixo da terra. Uma nova tragédia tem início. ISBN: 9782357104198

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Rodrigo picture
    Rodrigo14/05/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Luta

    A luta por direitos leva um grupo de mineradores ao extremo.

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 14
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas7%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola profile picture

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola

    Émile Zola nasceu na capital francesa. Filho do engenheiro François Zola e sua esposa Émilie Aubert, cresceu em Aix-en-Provence, onde estudou no Collège Bourbon (atualmente conhecido como Collège Mignet) e, aos dezoito anos, retorna a Paris para estudar no Lycée Saint-Louis. Devido às complicações financeiras por que passou após a morte do pai, Zola é levado a trabalhar em uma série de escritórios, ocupando cargos de pouca influência. Inicia-se no ramo jornalístico escrevendo colunas para os jornais Cartier de Villemessant's e Controversial. Suas colunas não poupavam críticas severas a Napoleão III - (...) meu trabalho torna-se a imagem de um reinado partido, de um estranho período de loucura e vergonha humanas - e à Igreja - A civilização jamais alcançará a perfeição até que a última pedra da última igreja caia sobre o último padre. A obra de caráter autobiográfico La Confession de Claude (1865), um dos primeiros trabalhos publicados por Zola, atraiu atenção negativa da crítica especializada. O ainda mais criticado Thérèse Raquin, romance lançado no ano seguinte, apresentou uma abordagem inovadora em sua concepção: inspirado pelos estudos científicos da época, Zola propõe não um simples romance, mas uma análise científica pormenorizada do ser humano, da moral e da sociedade. Thérèse Raquin tornou-se, portanto, marco inicial de um novo movimento literário, oriundo da análise científica e experimental do ser humano: o Naturalismo. Em vida, Zola também demonstrou elevado engajamento político. Certamente, seu trabalho de maior influência política foi a carta aberta intitulada J'acccuse (Acuso), destinada ao então-presidente da França Félix Faure. A carta, publicada na primeira página do jornal parisiense L'Aurore em 13 de janeiro de 1898, acusou o governo francês de anti-semitismo por julgar e condenar precipitadamente o capitão Alfred Dreyfus, judeu e oficial do exército francês, por traição em 1894. Émile Zola faleceu em 29 de setembro de 1902 em sua casa em Paris devido à inalação de uma quantidade letal de monóxido de carbono proveniente de uma lareira defeituosa; alguns estudiosos, em razão das misteriosas circunstâncias do ocorrido, não descartam a hipótese de homicídio

    99 Livros
    156 Seguidores

    Émile-Édouard-Charles-Antoine Zola