É um livro de formato pequeno, com bem pouco texto a cada página. Ainda assim, não passa uma página sem que nos deparemos com pelo menos um erro (frequentemente dois ou três). Esses erros teriam sido facilmente corrigidos por uma simples leitura de revisão, coisa que tudo leva a crer que não foi feita. A grande quantidade de erros configura um desleixo editorial que não é menos do que desrespeitoso para com o leitor/consumidor e que, por outro lado, suja a imagem do responsável pelo trabalho e de quem a ele associou seu nome, até porque a própria brevidade do texto é um fator que faz com que sua revisão não fosse um trabalho dos mais difíceis.
São erros de pontuação, tradução (não sei se se trata de uma tradução oficial, pois não há nenhum nome de tradutor), digitação, padronização etc. Listo abaixo, na esperança de que sejam corrigidos em eventuais edições futuras, apenas alguns dos erros que encontrei nas 4 primeiras páginas:
Primeiro, os editores decidiram tirar a acentuação gráfica do texto latino, porém esqueceram-se de apagá-la em uma ou outra palavra. Aparece já na primeira página (pág. 5) "nómine" (em que o acento pelo menos está correto) e "amén" (em que o acento deveria recair no "a").
Na página 6, aparece "in nomine Domine" onde deveríamos ter "in nomine Domini". Mais do que mero erro tipográfico, esse erro é a troca de um genitivo por um vocativo, o que confunde o leitor do texto latino. Além disso, nessa mesma página aparece a tradução de "deduxerunt" e "adduxerunt" (ambos no pretérito perfeito) respectivamente por "conduzirão" e "levarão" (ambas no futuro).
Por fim, na página 8, aparece o vocativo "Domine" não precedido por vírgula e, mais grave , a forma "exuadi" em lugar de "exaudi".