Março de 1996
"O novo homem biônico" Projeções e avanços na saúde e bem-estar correlacionados a implantes e chips no organismo. Parte está em uso, como dispositivos implantados no ouvido e coração, mas outra está em estudo, principalmente os neurochips, projetados para recuperações locomotoras e no restabelecimento de funções perdidas em doenças degenerativas (Parkinson, Alzheimer, etc e tal). Recentemente foi anunciado o primeiro implante cerebral, financiado por Elon Musk. Além das funcões previstas na reportagem, também tem função de acesso a celular e computador. Dizem que futuramente evoluirá para mais funções, adotadas por governos como um tipo de identificação multifacetada. Jamais vou me submeter a isso. Eu, hein! O que é admirável, pode também ser o sinal da besta do Apocalipse, o Anticristo, e todos que tiverem essa marca morrerão com grandes dores na cabeça. Podem falar o que quiserem, creio nisso. Te sai, Anticristo! "Gíria da hora!" A reportagem usou letras do Mamonas Assassinas para adentrar o assunto. Gostei da etimolologia, deixando em registro "mina" (como os cafetões chamavam as prostitutas exploradas por eles, as minas de dinheiro) e "chuchuzinho" (importada de Portugal, usada desde o século 19 em referência às curvas femininas como o chuchu). "Assim se fabrica o futuro" Sobre o MIT, instituto de pesquisas científicas nos EUA. Só pra constar, na época dessa edição tinha só 28 Nobel... O texto abordou algumas projeções, mas achei que fatou objetividade. Preferia áreas científicas com respectivas buscas e projeções. O texto misturou tudo destacando a importância das pesquisas. Se a abordagem fosse como esperava seria um exercício legal comparar hoje os objetivos no passado e resultados atuais. Essas e outras na edição.


