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    Belo Belo

    Manuel Bandeira

    Global
    2014
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-13: 9788526021037
    Português Brasileiro
    4.2
    49 avaliações
    Leram69Lendo5Querem47Relendo1Abandonos2Resenhas5
    Favoritos2Desejados47Avaliaram49

    Após ter lançado em 2014 os livros Carnaval, Meus poemas preferidos, Testamento de Pasárgada, Flauta de papel e O Ritmo Dissoluto, a Global Editora leva às livrarias mais uma obra de Manuel Bandeira. Trata-se de Belo belo, sétimo livro de poesia do autor, publicado pela primeira vez em 1948. Com 32 poemas, em cada um deles “encontramos uma amostra valiosa da obra de um poeta erudito, de senso crítico e estético apurados. Manuel Bandeira foi seguramente o principal poeta que construiu e orientou, ao lado de Mário de Andrade, os novos rumos da nossa arte lírica, num trabalho permanente de pesquisa e renovação da poesia brasileira do século XX”, descreve Aleilton Fonseca, professor titular da Universidade Estadual de Feira de Santana (BA) na apresentação. Ao longo da leitura dos poemas que integram essa obra, é permanente a sensação de estarmos diante de preciosidades do repertório de um dos maiores artistas brasileiros da palavra. Conhecido como o responsável por inspirar os modernistas, Bandeira traz o convívio com amigos em poemas como “A Mário de Andrade ausente”, “Esparsa triste” (em alusão a Jaime Ovalle), “Resposta a Vinicius” e “Improviso”, este em homenagem a Cecília Meireles. Sua proximidade com a morte, graças à tuberculose que o ameaçou desde a juventude, nesse Belo belo reaparece no poema “O homem e a morte”, assim como outra realidade se desenha em “O bicho” e uma nova perspectiva de encarar o amor em “Arte de amar”. Essa edição, coordenada por André Seffrin, traz um caderno iconográfico com diversas fotos de Manuel Bandeira, mostrando um pouco da intimidade do poeta, sua visita à redação do jornal A Noite, em 2 de setembro de 1940, e a imagem de um encontro com Cecília Meireles.

    Resenhas (5)Ver mais
    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra picture
    Biblioteca Pública Municipal Álvaro Guerra24/10/2019Resenhou um livro
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    Esta obra contém 32 poemas, em cada um deles "encontramos uma amostra valiosa da obra de um poeta erudito, de senso crítico e estético apurados". Manuel Bandeira foi seguramente o principal poeta que construiu e orientou, ao lado de Mário de Andrade, os novos rumos da nossa arte lírica, num trabalho permanente de pesquisa e renovação da poesia brasileira do século XX', descreve Aleilton Fonseca. Ao longo da leitura dos poemas que integram essa obra, o autor traz o convívio com amigos em poemas como Mário de Andrade, Jaime Ovalle e Cecília Meireles. Empreste esse livro na biblioteca pública. Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. Basta reservar! De graça!

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    4.2 / 49
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    Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho profile picture

    Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho

    Foi um poeta, crítico literário e de arte, professor de literatura e tradutor brasileiro. Possuía um estilo simples e direto, foi o mais lírico dos poetas. Abordava temáticas cotidianas e universais, às vezes com uma abordagem de "poema-piada", lidando com formas e inspiração que a tradição acadêmica considera vulgares. Mesmo assim se valeu de formas colhidas nas tradições clássicas e medievais. Em sua obra de estreia (e de curtíssima tiragem) estão composições poéticas rígidas, sonetos em rimas ricas e métrica perfeita, na mesma linha onde, em seus textos posteriores, encontramos composições como o rondó e trovas.

    109 Livros
    529 Seguidores
    Pernambuco, Brasil

    Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho