Castelos de Marzipã

    Lygia Barbiére Amaral

    Lachâtre
    2015
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-13: 9788582910375
    Português Brasileiro

    Existem mais de 340 milhões de pessoas vivendo com o diabetes no mundo. Calcula-se que este total irá saltar para 380 milhões até 2025 se nenhuma providência for tomada no sentido de prevenir a população e conscientizá-la da urgente necessidade de reverter este quadro. O diabetes, sobretudo o tipo 2, afeta 5,9 por cento da população adulta mundial. Quase metade deste imenso número de pessoas não sabe sequer que tem a doença, aumentando ainda mais o risco de suas possíveis complicações. O diabetes é a principal causa de cegueira no mundo e também a principal causa não traumática de amputações de membros inferiores. Enfartes são três a cinco vezes mais frequentes nos portadores da doença, dos quais 65 por cento apresentam pressão alta, para citar apenas algumas delas. Afinal, conteúdos genéticos à parte, será que existe uma explicação espiritual para o diabetes? Será possível que no mundo espiritual alguém programe, de livre e espontânea vontade, nascer ou vir a desenvolver essa doença ao longo da existência? Com que finalidade? Será que só quem come muito açúcar tem essa doença? Em que medida gostar muito de comer doces pode ser considerado uma compulsão? Todas as compulsões possuem uma raiz em comum? A resposta para essas e muitas outras perguntas é mais um dos temperos do romance “Castelos de Marzipã”, oitavo romance espírita e jornalístico de Lygia Barbiére Amaral.

    Resenhas (6)Ver mais
    Marcos Gonçalves picture
    Marcos Gonçalves06/08/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Jonas, espírito em aprendizado é autorizado pelo plano espiritual a acompanhar Babete (sua única filha), na terra. Ela terá várias provas difíceis a enfrentar na vida. O livro é dividido em cinco partes. Em cada parte os principais personagens relata parte da história no seu ponto de vista. A história é focada na dependência química. Ela conta como a personagem central adquiriu o Diabetes tipo 2 e como não conseguia se livrar do vício do açúcar. A autora também explora outros vícios e a influência e importância de alimentação específica diante de determinadas patologias. Fica clara a dificuldade e necessidade de uma reforma íntima nas mudanças de hábitos para enfretamento de um novo modo de vida.

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