"No começo dos anos 1960, um grupo de jovens publicitários formado por Juvenal Azevedo, Osmar Machado, Antonio Pires, os irmãos Jordão (Mauro e Osmar), eu e outros, todos já trabalhando em agência de publicidade, se reuniam sempre na casa de um ou outro, para discutir, pasme amigo leitor, o futuro da propaganda brasileira. Nossas conversas eram sempre pautadas em temas como: seriedade profissional, respeito ao oficio de publicitário e, principalmente, a velha e boa ética profissional, como princípios fundamentais para a prestação de serviços de qualidade na propagada, que precisava ser encarada como uma atividade séria, honesta e de resultados concretos, para o anunciante, para o consumidor e para ela própria, a atividade. Estávamos certos? Era necessário fazer isso naquela terna idade? Era necessário sim. Era tão necessário, que ainda hoje, mesmo que alguns já tenham nos deixado, continuamos buscando atingir esse tão sonhado objetivo, como nos escritos deste livro. Obrigado por sua atenção" - Humberto Mendes
