Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas6
    • Leitores325
    • Similares6
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Steampunk - Histórias de um passado extraordinário

    Antonio Luiz M. C. Costa, Cláudio Villa, Roberto de Sousa Causo, Flávio Medeiros Jr, Gianpaolo Celli, Alexandre Lancaster

    Tarja Editorial
    2009
    182 páginas
    6h 4m
    ISBN-13: 9788561541149
    Português Brasileiro
    3.4
    53 avaliações
    Leram86Lendo9Querem228Relendo0Abandonos2Resenhas6
    Favoritos7Desejados228Avaliaram53

    O movimento Steampunk nasceu entre as décadas de 1980 e 1990, nos EUA. A proposta é ambientar os grandes avanços tecnológicos e a degradação humana na Era Vitoriana (século XIX). A Revolução Industrial, as crises internacionais, o desenvolvimento de tecnologias como o vapor (steam em inglês) abriram possibilidades para a utilização de personagens reais e fictícios para recriar a História como obra de ficção. Sobre a Obra: Explicar o movimento literário Steampunk não é uma tarefa simples. Eu poderia dizer simplesmente que ele nasceu no final da década de 80, início da década de 90, nos Estados Unidos, que é subgênero do CyberPunk e que também se enquadra no subgênero literário conhecido como História Alternativa. Isso, contudo, não ajuda muito. O que, afinal de contas, vem a ser o Cyberpunk? Uma antítese das visões utópicas da Ficção Científica de meados do século XX, nas quais futuro é igual a evolução sócio-cultural. O Cyberpunk é um subgênero da ficção que trabalha a idéia de que, se nossa sociedade seguir seu curso atual, o futuro próximo será um lugar onde o capitalismo predatório impera ao lado alta tecnologia e o nível de vida geral é péssimo. Daí o nome cyber, da tecnologia avançada, do ciberespaço, onde muitas das estórias se ambientam, e punk, da visão negativa em relação ao desenvolvimento social, da degradação do indivíduo. A idéia do Steampunk, portanto, foi pegar esse conceito de domínio tecnológico e degradação social e ambientar as estórias na Era Vitoriana (basicamente no século XIX), quando, com a Revolução Industrial, as crises internacionais e o desenvolvimento de tecnologias como o vapor, steam em inglês, o motor a explosão, a corrida pelo domínio dos céus e os primeiros passos no campo da eletricidade, abriu-se uma gama de possibilidades para trabalhar personagens reais e literários e retrabalhar a História, criando algo nunca visto. Juntando esses elementos, temos o Steampunk. Gianpaolo Celli, organizador Orelhas da Obra: O trabalho de organizar uma obra como essa é muito árduo. Sei o quanto Gianpaolo Celli recebeu de material, tendo que abrir mão de bons contos em favor da uniformidade da obra e do conjunto final. Como o Steampunk é um gênero narrativo muito bem definido, é difícil conseguir variações que ainda assim mantenham a linha necessária para agradar tanto aos leigos como aos puristas. Gianpaolo Celli trouxe uma história clássica, com referências históricas reais misturadas com ação e intrigas, envolvendo sociedades secretas e o prelúdio do que se tornou a guerra Franco-Prussiana. Fábio Fernandes apresentou uma adaptação primorosa do complexo de Frankenstein, com uma visão fascinante de um futuro onde a sociedade divide seu espaço com a maquinidade. Antônio Luiz rompe as amarras do metal, trabalhando avanços em outra área de estudo, com ambições até mesmo maiores e mais perigosas: a medicina. Alexandre Lancaster cedeu uma narrativa com ares de ficção científica, onde a ciência aponta que somente pode ser vista com simpatia se for inofensiva, caso contrário, torna-se uma maldição. Roberto Causo transporta o leitor para uma viagem repleta de escaramuças pelas selvas de nosso país, mas não entre as árvores, mas acima delas, mostrando Santos Dummont de uma forma inusitada. Claudio Villa arremessa o leitor para o mar, singrando suas águas acima e abaixo, em busca de um tesouro que leva o leitor aos ares do terror lovecraftiano. Jacques Barcia nos dá um conto “estranho”, unindo o drama da guerra, máquinas quase humanas e seres inacreditáveis da mitologia em um caldo que realmente proporciona uma nova criação. Romeu Martins transporta o leitor para um ambiente de faroeste a brasileira, com o clima típico desse estilo de folhetim, mas com heróis e bandidos extremamente vaporosos. E Flávio Medeiros encerra as páginas da obra com chave de ouro, mostrando os clássicos dirigíveis e submergíveis em um drama de honra que certamente agrada muito aos apreciadores do gênero. Posso dizer sem risco de errar que esta, além de ser a primeira obra brasileira do gênero, será durante muitas décadas a mais representativa e também a mais ampla apresentação do Steampunk no país. Richard Diegues, escritor Autores e obras: Gianpaolo Celli – O Assalto ao Trem Pagador Fábio Fernandes – Uma Breve História da Maquinidade Antonio Luiz M. C. Costa – A Flor do Estrume Alexandre Lancaster – A Música das Esferas Roberto de Sousa Causo – O Plano de Robida: Un Voyage Extraordinaire Claudio Villa – O Dobrão de Prata Jacques Barcia – Uma Vida Possível Atrás das Barricadas Romeu Martins – Cidade Phantástica Flávio Medeiros – Por Um Fio

    Similares (6)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (6)Ver mais
    Eduardo Spohr picture
    Eduardo Spohr11/07/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Vários contos excelentes. Outros muito bons. Também é louvável a iniciativa tanto da editora quanto dos autores em publicar um material nacional sobre Steampunk, abrindo o caminho do mercado para mais obras do mesmo estilo.

    26 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.4 / 53
    • 5 estrelas15%
    • 4 estrelas36%
    • 3 estrelas32%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas8%
    Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa profile picture

    Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa

    Antonio Luiz M. C. Costa sempre gostou de literatura em geral e de fantasia e ficção científica em especial, mas formou-se em engenharia de produção e filosofia, fez pós-graduação em economia e trabalhou como analista de investimentos e assessor econômico-financeiro antes de reencontrar sua vocação na escrita, no jornalismo e na ficção. Hoje escreve sobre a realidade na revista CartaCapital e sobre a imaginação em outras partes, além de colaborar com os meios a seu alcance para o desenvolvimento da ficção especulativa no Brasil.

    37 Livros
    74 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa