É um livro bem singelo, com um toque ingênuo e doce. A heroína está determinada que o herói assuma a paternidade da sua sobrinha linda, a adorável Daisy. A mãe morreu precocemente e a bebê de seis meses passou a ser sua responsabilidade. Ela praticamente invade a vida do solteirão convicto, o delicioso médico Alex. Ele é rico e tem fama de playboy. Ele afirma nunca ter se relacionado com a irmã da heroína, mas ela insiste e ainda não permite um exame de DNA. Ele então contrata um advogado para apurar o caso. Durante esse período, a heroína e a bebê passam a morar na casa do suposto pai. É lógico que durante a convivência eles se apaixonam. Alex é fofo e super competente como médico, ele simplesmente salva várias vidas durante o livro. Jenny é uma graça, muito inexperiente e verdinha nas coisas do amor. O livro apresenta uma situação surreal, qualquer homem acusado de não assumir uma paternidade teria se comportado de modo diametralmente oposto. Apesar de Alex sustentar a fama de destruidor de corações, nada disso é comprovado. O homem só trabalha, só falta morar na urgência do hospital, pelo amor de Deus! Enfim, apesar dos “furos” na trama, eu gostei, li rapidinho. Totalmente indicado para um momento em que não se está querendo nada complicado, e o grau de exigência está sob controle, de maneira que um romance fofo cumpre o papel à perfeição.