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    Memórias Póstumas de Brás Cubas -

    Machado de Assis

    Sá editora
    2000
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-10: 8588193035
    Português Brasileiro
    4
    2 avaliações
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    Diz-se que em 1889, proclamada a República brasileira, Eça de Queiroz teria perguntado: "Que pensará Machado de tudo isso?". Machado ia já perto dos 50 anos e, embora favorável à abolição e às reformas , era conhecido seu ceticismo diante da ideia republicana. Não lhe interessaria a política, da mesma maneira que não interessaria o "realismo"? Cabia a pergunta do mestre português, endereçada ao escritor brasileiro mais respeitado da época. De fato, Machado de Assis escrevia e pensava política, mas não em seus romances. Para isso, reservou o espaço das crônicas e do artigos de jornal. Desde muito jovem, Machado é colaborador literário de vários periódicos cariocas: inicia Correio Mercantil (1855) e, quatro anos depois, estreia como crítico teatral de "O Espelho". Passa de redator de "O Diário do Rio de Janeiro" e de "A semana Ilustrada" a crítico em "O Futuro", "Jornal das Famílias", "Ilustração Brasileira, "O Cruzeiro", "O Globo". Também como crítico, participa das duas fases da "Revista Brasileira", além de escrever para "A Estação" e para a "Gazeta de Notícias". São algumas dessas publicações que acolhem a primeira edição de seus romances: "A Mão e a Luva e "Helena", publicados pelo "O Globo"; "Iaiá Gareia (...)

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    Thaysa Oliveira picture
    Thaysa Oliveira11/01/2026Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Memórias Póstumas

    A brevidade da vida e a pós... Agora eu compreendo o porquê Machado de Assis é tão estimado por tantos. Demorei muito tempo pra concluir a leitura, por falta de interesse mesmo, mas cada vez que eu pegava o livro pra ler um capítulo que fosse, não queria mais parar. Com certeza esse é o meu livro de introdução a Machado de Assis!

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    Joaquim Maria Machado de Assis profile picture

    Joaquim Maria Machado de Assis

    Joaquim Maria Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência.

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    8.084 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Joaquim Maria Machado de Assis