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    El Hacedor -

    Jorge Luis Borges

    La Nación
    2005
    151 páginas
    5h 2m
    ISBN-10: 9500426943
    Espanhol
    4
    19 avaliações
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    El avance definitivo de la ceguera llevó a Jorge Luis Borges al ejercicio de formas brevísimas, condensadas, que tienden a borrar los límites entre poesía, cuento y ensayo. El presente volumen es un ejemplo acabado de esa clase de escritura. Desde la viñeta sobre historia argentina de "Diálogo de muertos" y el enigmático resumen autobiográfico de "Borges y yo", pasando por la confesión íntima del "Poema de los dones" y la digresión humorística de "La trama", hasta el sueño narrativo en el sombrío y magistral "Ragnarök", los textos incluidos reflejan el universo del autor a través de una notoria sucesión de personajes: Hornero, Shakespeare, Eva Perón, Ariosto, Macedonio Fernández, Cervantes, Alfonso Reyes, Juan Manuel de Rosas. Por su libertad miscelánea, por la despreocupada felicidad de sus argumentos, El hacedores un perfecto libro de introducción a la obra de Borges. "De cuantos libros he entregado a la imprenta -declaró-, ninguno, creo, es tan personal."

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    4 / 19
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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo