O caos se espalha pela Inglaterra. As ruas voltam a ser palco de batalhas sangrentas entre humanos e criaturas amaldiçoadas, e a Organização Hellsing luta para conter uma ameaça que cresce nas sombras — algo muito maior do que simples vampiros descontrolados.
Enquanto Integra Hellsing tenta manter o controle político e militar da situação, forças misteriosas começam a se mover. Do outro lado do oceano, um grupo fanático conhecido como Igreja Iscariotes, braço da Santa Sé, envia seus próprios caçadores de monstros — e no centro dessa cruzada está o sacerdote insano Alexander Anderson, um guerreiro santo cuja fé é tão mortal quanto suas lâminas.
O encontro entre Alucard e Anderson marca um dos confrontos mais intensos e simbólicos da série: o vampiro imortal contra o homem de fé que acredita servir a Deus exterminando o mal. No meio desse choque entre monstros e santos, Seras Victoria luta para compreender o que se tornou. Dividida entre sua antiga humanidade e a sede de sangue que começa a despertar, ela encara o terror e a culpa de ser uma criatura da noite.
O segundo volume de Hellsing aprofunda o abismo moral de seus personagens, explorando a linha tênue entre o fanatismo e a justiça, entre a fé e a loucura. À medida que os corpos se empilham e o sangue mancha o solo sagrado, uma verdade se torna clara: a guerra entre luz e trevas está apenas começando — e Hellsing está no centro dela.