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    Esquin de Floyrac: O Fim do Templo - Trilogia do Templo

    Zé Rodrix

    Record
    2007
    2658 páginas
    3d 16h 36m
    ISBN-13: 9788501079954
    Português Brasileiro
    4.8
    47 avaliações
    Leram88Lendo8Querem116Relendo1Abandonos2Resenhas3
    Favoritos15Desejados116Avaliaram47

    A Trilogia do Templo chega a seu final com um dos momentos mais terríveis da história da Humanidade: a destruição da Ordem do Templo pelo Reinado de Franca e pela Igreja de Roma. O violento conflito só se torna possível por haver um traidor na Ordem, e é desse homem a narrativa deste terceiro volume. Esquin de Floyrac: o fim do Templo. Aqui ele nos conta como se tornou sapateiro, pedreiro, Cavaleiro do Templo, espião, mendigo e finalmente traidor de seus irmãos, revelando-nos os verdadeiros motivos por trás de seus atos.

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    Resenhas (3)Ver mais
    MÁRSON ALQUATI picture
    MÁRSON ALQUATI16/02/2015Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Épico sobre o fim dos Templários!

    Excelente versão sobre o fim dos Cavaleiros do Templo, narrado por um de seus membros, Esquin de Floyrac, onde o cavaleiro reconta toda a sua vida como Pedreiro Livre e Templário, inserindo passagens intensas, polêmicas e reveladoras sobre a história dos Templários e como teria se dado o fim da Ordem do Templo. Na minha modesta opinião, o livro encerra com chave de ouro a magnífica Trilogia do Templo de Zé Rodrix. Recomendadíssimo!

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.8 / 47
    • 5 estrelas87%
    • 4 estrelas9%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas2%
    José Rodrigues Trindade  profile picture

    José Rodrigues Trindade

    Ainda sob o nome Zé Rodrigues, iniciou sua carreira musical no ensino médio, integrando, com colegas do Colégio de Aplicação da UFRJ David Tygel, Maurício Maestro (sob o nome Maurício Mendonça) e Ricardo Villas (sob o nome Ricardo Sá), o grupo vocal Momentoquatro. Com esta formação, o grupo acompanhou Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo na apresentação de "Ponteio", vencedor do Festival da Record em 1967, além de ter gravado um compacto duplo e um LP pela gravadora Phillips. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, violão, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, banda criada para acompanhar Milton Nascimento. Desligando-se da banda em 1971, venceu o Festival da Canção de Juiz de Fora, junto a Tavito, com a canção "Casa no campo", uma de suas composições mais famosas, que se tornaria um grande sucesso na voz de Elis Regina, e cujo trecho da letra ("compor rocks rurais") batizou o estilo de música conhecido como rock rural, com influências regionalistas, tropicalistas, folk, country e rock, tocada pelo trio do qual faria parte logo em seguida, com Luiz Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra (Sá, Rodrix e Guarabyra). Nessa época, compôs músicas como "Mestre Jonas" (em parceria com Sá e Guarabyra), "Ama teu vizinho" (com Luiz Carlos Sá), "Blue Riviera" (com Sá e Guarabyra), "O pó da estrada" (com Sá e Guarabyra), "Os anos 1960", "Pendurado no vapor" (com Sá e Guarabyra), "Primeira canção da Estrada" (com Luiz Carlos Sá), dentre várias outras", além de um famoso jingle criado pelo trio, por encomenda da J. W. Thompson, para a Pepsi, notabilizado pelo verso: "só tem amor quem tem amor pra dar". Zé Rodrix saiu do trio em 1973, para seguir em carreira solo e participações especiais em gravações de artistas diversos, como o disco de estreia do Secos & Molhados, no qual toca piano, ocarina e sintetizador na última faixa, chamada "Fala". Rodrix dedilhava seu teclado moog após a orquestra e os outros instrumentos cessarem, técnica que só pode ser ouvida nos CDs relançados do grupo já na década de 1990, pois no vinil original esta música continha 15 minutos a menos.[2] Passou a se dedicar mais na área de publicidade que musical na década de 1980, mas em 1983, o músico passou a integrar o grupo Joelho de Porco, com o qual gravou o LP e participou do Festival dos Festivais em 1985, ganhando o prêmio de melhor letra pela música "A Última Voz do Brasil". Entre 1989 e 1996 assinou a direção musical dos espetáculos "Não fuja da Raia" e "Nas Raias da loucura", de Sílvio de Abreu, e do programa "Não fuja da Raia" (Rede Globo), estrelado por Cláudia Raia. Em 1993 foi contemplado com o prêmio Kikito, no Festival de Cinema de Brasília, pela trilha sonora do filme "Batman e Robin". Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra, tendo seu show de estreia ocorrido no Rock in Rio III. Logo após o lançamento de Outra Vez Na Estrada, com o trio, em 2001, Zé Rodrix conheceu o Clube Caiubi de Compositores, em São Paulo, e passou a desenvolver parcerias com novos autores da música brasileira, entre eles Sonekka e Reynaldo Bessa. Em dezembro de 2008, Zé Rodrix lança um single ao lado de Sá e Guarabyra, chamado Amanhece um outro dia. A canção foi tema de abertura da novela Revelação, exibida pelo SBT. Para promover a novela, o trio chegou a se apresentar ao vivo no programa Hebe. Zé Rodrix morreu às 00:45 do dia 22 de maio de 2009, após sentir-se mal e ser levado ao Hospital das Clínicas, em São Paulo, cidade onde residia. No início da década de 2000 revelou que era maçom, chegando a lançar a trilogia denominada Trilogia do Templo, sobre a maçonaria. A trilogia é composta dos títulos: Johaben: Diário de um Construtor do Templo, Zorobabel: reconstruindo o templo e Esquin de Floyrac: O fim do Templo. Sobre a trilogia, o escritor Luis Eduardo Matta afirmou no prefácio do terceiro volume: "Nunca, em toda a trajetória literária brasileira, um escritor se aventurou com tamanha obstinação por uma saga épica monumental como é o caso desta trilogia, que se debruça sobre os primórdios da maçonaria, uma das fraternidades iniciáticas mais antigas do mundo, mesclando erudição e fluência, onde realidade e ficção se confundem num incrível mosaico narrativo". Ainda de acordo com Matta, a Trilogia do Templo foi uma das mais fantásticas obras literárias produzidas no Brasil na primeira década do século XX

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    Rio de Janeiro, Brasil

    José Rodrigues Trindade