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    Ministério Pastoral - Conselhos aos pastores adventistas

    Ellen G. White

    Casa Publicadora Brasileira
    2015
    288 páginas
    9h 36m
    ISBN-13: 9788534521680
    Português Brasileiro
    4.7
    14 avaliações
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    Entre as mais antigas figuras de Cristo encontradas em catacumbas está a do Bom Pastor, carregando um cordeiro e cuidando do rebanho. Porém, com o passar do tempo, a igreja perdeu a "visão do pastor" e procurou o ofício em vez do serviço. Os pastores se tornaram sacerdotes, e a confissão auricular nos templos substituiu a oração e o conselho nos lares. Então, veio a Reforma. O pregador tomou o lugar do sacerdote, e o púlpito se tornou o centro de atração. O ministro passou a ser medido por sua capacidade como orador e teólogo, em vez de sua habilidade como pastor. Sempre houve a necessidade de bons pregadores, homens cheios do poder do Espírito Santo para mover multidões, mas também tem havido uma crescente carência de líderes espirituais que se dediquem ao cuidado individual dos membros da igreja. O ideal de Deus é a combinação de ambas as funções. Em Ministério Pastoral, Ellen White mostra como alimentar o rebanho, tanto do púlpito quanto fora dele. LEIA UM TRECHO Capítulo 1 - Devoção pessoal Precisamos ter um ministério convertido – A eficiência e o poder que acompanham o ministério verdadeiramente convertido fariam os hipócritas de Sião tremer, e os pecadores temer. O padrão da verdade e da santidade está se arrastando no pó. Se aqueles que dão os solenes avisos de advertência para este tempo compreendessem sua responsabilidade para com Deus, veriam a necessidade de fervorosa oração. Quando as cidades se aquietavam no sono da meia-noite, quando todos os homens tinham ido para sua casa, Cristo, nosso Exemplo, dirigia-Se ao Monte das Oliveiras, e ali, entre as árvores protetoras, passava a noite inteira em oração. Aquele que não tinha mancha de pecado – uma fonte inesgotável de bênçãos, cuja voz foi ouvida na quarta vigília da noite pelos atemorizados discípulos no mar tempestuoso, em bênção celestial, e cuja palavra podia chamar os mortos para fora de suas sepulturas – era O que fazia súplicas com fortes clamores e lágrimas. Ele orava, não por Si mesmo, mas por todos a quem tinha vindo salvar. Ao tornar-Se um suplicante, buscando da mão de Seu Pai mais força, e saindo refrigerado e revigorado como substituto do ser humano, Ele Se identificou com a humanidade sofredora e lhe deu um exemplo da necessidade de oração (T4, p. 528).

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    Davi Boechat07/08/2019Resenhou um livro
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    Resumo do livro "Ministério Pastoral", de EGW: "Em todo grupo há duas classes de pessoas: as que estão satisfeitas com elas mesmas e as que sentem repugnância da própria condição. Para as do primeiro grupo, o evangelho não tem atrativo, a não ser que possam interpretar porções separadas para adular sua vaidade. Elas apreciam aqueles pontos peculiares de elevaa moralidade que pensam possuir. Mas muitos dos que veem Jesus na perfeição de Seu caráter percebem suas próprias imperfeições com tal clareza que quase se desanimam" (p. 128). "como o bêbado, você gosta do estímulo dessas decisões sensacionais: anela por elas como o bêbado or um copo de bebída alcoólica para despertar suas energias em declínio" (p. 131). "A eficiência do Espírito Santo é que torna eficaz o ministério da Palavra. Quando Cristo fala por intermédio do pastor, o Espírito Sannto prepara o coração dos ouvintes para receber a Palavra. O Espírito Santo não é um serbo, mas um poder que rege. Ele faz com que brilhe a verdade brilhe na mente, e fala através e todo discurso em que o pastor se entrega a ação divina" (p. 187). "não devemos ir ao púpito sem ter lutado com Deus em oração. Não devemos ficar satisfeitos em usar a mesma série de sermões que pregamos vez após vez durante os últimos dez, quinze ou vinte anos. Devems extrair material puro e novo da fonte inesgotável da Palavra de Deus. Estamos desejosos de que os anjos de Deus estejam ao nosso lado quando assumimos o púpito sagrado e que Deus impressione a mente; que haja gloriosas revelações da veradade; que ela possa ser apresentada na manifestação do Espírito; que seja alimento ao seu devido tempo para o rebanho do Senhor" (p. 187). "O Livro de Deus tem sido tão evidentemente negligenciado que não há senão alguns em nosso mundo, mesmo dos que professam explicá-lo aos outros, que tenham o divino conhecimento das Escrituras. Há homens de saber que possuem educação superior, mas esses pastores não alimentam o rebanho de Deus. Não consideram que as Escrituras, tão excelentes como são, irão continuamente descobrar seus tesouros ocultos, assim como joias preciosas são descobertas mediane o escavá-las" (p. 189). "A Palavra de Deus deve ser profundamente estudada. Toda e qualquer leitura é inferior a essa. Um cuidadoso estudo da Bíblia não necessariamente excluirá outras leituras de natureza religiosa. Mas, quando a Palavra de Deus é estudada com oração, toda leitura que tente a desviar a mene dela de ver excluída. Se esudarmos a Palavra de Deus como interesse, orando por compreensão, novas belezas serão vistas em cada linha" (p. 189). "Vivendo de acorod com a vontade de Deus, ele deve se colocar em sujeiao ao poder divino. A Palavra de Deus deve ser seu guia. Nessa Palavra há promessas, orientações, advertências e reprovações que ele deve usar em seu trabalho quando a ocasião o exigir. Com o coração humilde e a mente disposta, deve examinar a Palavra, para extrair da fonte da verdade coisas novas e anteifas para o benefício de outros" (p. 189). "Professam ser instrutores da Palavra, mas tristemente negligenciam pesquisar as Escrituras pro si próprios. Contentam-se em usar argumentos que são preparados em folhetos e livros que outros descobriram por meio de intenso esforço; mas não estão dispostos a aplicar a mente para estudá-los por si mesmos. Para poderem ter um ministério a toda prova, os que abrem a Palavra de Deus a outros devem pesquisar as Escrituras diligentemente. Não devem se contentar em usar os pensamentos de outros homens, mas cavar em busca da verdade como quem procura um tesouro escondido. Embora seja perfeiamente correto compilar ideias de outras mentes, não devem ficar saisfeitos em usar tais ideias e repeti-las como papagaios" (p. 190). "Alguns ministros escolhem para seus sermões temas que agradam às pessoas e não ofendem a ninguém. Isso é negar a cruz de Cristo. Você vê um homem egoísta; outro controlado roubando a Deus nos dízimos e ofertas, e outros duvidando e descrendo. Não deixe que essses enganados permaneçam cegos pelo inimigo quanto à sua condição espiritual. Para cada um deles há uma mensagem especial na Palavra de Deus. Ore pedindo sabedoria para poder apresenar as instruções da Palavra sagrada, de tal maneira que todos possam ver suas deficiências de caráter, e o que se espera deles a fim de que se submetam ao verdadeiro padrão" (p. 197). "Quando eu tinha apenas onze anos de idade, ouvi um pastor ler o relato da prisão de Pedro, conforme registrado no livro de Atos; e ele o leu de maner tão impressionante que os detalhes da história em toda a sua realidade pareciam estar passando diante dos meus olhos. Tão profunda foi a impressão causada em minha mente, que jamis a esqueci" (p. 182). "Aquele que usa palavras eloquentes, simplesmente faz com que o povo se esqueça da verdade misturada com sua oratória. Quando empolgação desaparece, se descobre que a Palavra de Deus não se fixou na mente; nem mesmo se obteve a mais simples compreensão. As pessoas podem sair da igreja e falar com admiração dos dons de oratória do pregador, mas podem não ter sido convencidas da verdade nem levadas mais perto do ponto de decisão. Elas falam do sermão da mesma maneira que falariam de uma apresentação teatral, de do ministro como se fosse um ator de teatro. Pode ser que voltem ara ouvir o mesmo tipo de discurso, e novamente sair sem ser impressionadas nem alimentadas" (p. 127).

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    Ellen Gould White

    Ellen G. White foi uma pessoa de notáveis talentos espirituais, que viveu a maior parte de sua vida durante o século 19 (1827-1915). Contudo, através de seus escritos, ela continua exercendo um extraordinário impacto sobre milhões de indivíduos ao redor do mundo. Durante toda a sua vida ela escreveu mais de 5.000 artigos e 49 livros; mas hoje, incluindo compilações de seus manuscritos, mais de 150 livros estão disponíveis em inglês, e cerca de 90 em português. Ellen G. White é a escritora mais traduzida em toda a história da literatura. Seus escritos abrangem uma ampla variedade de tópicos, incluindo religião, educação, saúde, relações sociais, evangelismo, profecias, trabalho de publicações, nutrição e administração. Sua obra-prima sobre o viver cristão feliz, Caminho a Cristo, já foi publicada em cerca de 150 idiomas. Os Adventistas do Sétimo Dia creem que Ellen White foi muito mais que apenas uma escritora talentosa – creem que ela foi apontada por Deus para ser uma mensageira especial, a fim de atrair a atenção de todos para as Sagradas Escrituras, e ajudá-los a se prepararem para a segunda vinda de Cristo. Desde os 17 anos de idade até a ocasião de seu falecimento aos 87 anos, Deus lhe concedeu cerca de 2000 sonhos e visões. As visões variavam em duração, podendo ser de menos de um minuto até cerca de quatro horas. O conhecimento e conselhos recebidos através dessas revelações foram por ela escritos, a fim de serem compartilhados com outros. Assim, seus escritos são aceitos pelos Adventistas do Sétimo Dia como inspirados, e a qualidade excepcional dessas obras é reconhecida mesmo por leitores ocasionais. Como nos é declarado no livro Nisto Cremos “Os escritos de Ellen White não constituem um substituto para a Bíblia. Não podem ser colocados no mesmo nível. As Escrituras Sagradas ocupam posição única, pois são o único padrão pelo qual os seus escritos – ou quaisquer outros – devem ser julgados e ao qual devem estar subordinados” (Nisto Cremos, Associação Ministerial, Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1989, p. 305). Contudo, conforme escreveu Ellen White, “O fato de que Deus revelou Sua vontade aos homens por meio de Sua Palavra, não tornou desnecessária a contínua presença e direção do Espírito Santo. Ao contrário, o Espírito foi prometido por nosso Salvador para aclarar a Palavra a Seus servos, para iluminar e aplicar os seus ensinos” (O Grande Conflito, p. 9). A biografia a seguir (link abaixo) é um relato mais detalhado da vida e obra dessa extraordinária mulher, a qual, passando por todos os testes de um verdadeiro profeta, conforme apontados pelas Sagradas Escrituras, ajudou no estabelecimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia. https://www.centrowhite.org.br/ellen-g-white/biografia-de-ellen-g-white-1827-1915/

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    Ellen Gould White