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    2020 - A Revelação

    Raquel Pagno

    Tribo das Letras
    2015
    260 páginas
    8h 40m
    ISBN-17: 978-85-67208-74-9
    Português Brasileiro
    4.7
    10 avaliações
    Leram12Lendo0Querem16Relendo0Abandonos1Resenhas3
    Favoritos3Desejados16Avaliaram10

    A cientista Jéssica Salles não parava de remoer mágoas, ainda mais depois que a sua descoberta foi anunciada como mérito de seu ex-professor. Não era fácil admitir que a academia de ciências a ignorara. Apenas o padre Victor, escorraçado por Cornélio dos laboratórios da USP, demonstrara interesse nas suas pesquisas. Tornaram-se amigos, até que Victor foi atacado, quase perdendo a vida. A polícia relacionara o espancamento a outros assassinatos. Mas por que ele sobrevivera? De repente a vida de Jéssica estava de cabeça para baixo. Victor lhe conferira uma missão: viajar para El Salvador, conhecer o centro de pesquisas LAP, e encontrar o cientista Eduardo Miller, que lhe revelaria toda a verdade sobre as profecias. Mas, antes que Miller pudesse lhe dar explicações, a natureza mostrara sua fúria... Agora ela precisava chegar ao lendário templo maia e ajudar o escolhido em sua missão. O futuro de toda a humanidade estava em suas mãos. Se falhar, todos morrerão!

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    Codinome Alberto25/12/2020Resenhou um livro
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    Leituras de 2020 e ranking da pior para a melhor

    Mais uma vez eu pego um livro aleatório aqui para falar de um outro assunto. Vou me utilizar dele para falar sobre minhas experiências literárias desse ano e tentar fazer um ranking aqui do pior para o melhor (como o título revela). Basicamente foram 15, com algumas observações. 15° lugar: "Carrie", de Stephen King, publicado em 1974 e, de longe, minha pior experiência literária desse ano. Realmente eu tento encontrar o grande autor que muitas pessoas dizem que King é. Dessa forma, fui em direção ao primeiro romance escrito por ele. Achei um livro exagerado, desmedido em seus personagens e, para mim, a ideia dele não é vendida. Dei duas estrelas. 14° lugar: “Histórias do sr. Keuner”, de Bertolt Brecht, histórias ficcionais escritas entre 1926 e 1956. Recebeu uma estrela a mais que o anterior: é um livro que achei bem diferentão. São histórias breves de um mesmo personagem, não caracterizadas como crônicas, não possui uma espécie de fio condutor entre elas (não que seja obrigatório ter) e torna-se um livro de ideias do tal do sr. Keuner. Esse aspecto meio deslocado dos modelos da literatura é um ponto positivo, pois vemos como a literatura pode ser versátil. No entanto, o tom inconclusivo das histórias torna o personagem um pouco niilista na minha opinião (e talvez ele nem seja) e eu senti que faltam informações. Enfim, não aproveitei tanto. 13° lugar: “Mrs. Dalloway”, publicado em 1925, por Virginia Woolf. Um livro muito bom, que a autora se utiliza da técnica do fluxo de consciência. Surpreendendo-me bastante, em algumas partes, quando ela consegue emular o barulho das ondas do mar na escrita. Algo realmente incrível e que a tradução de Cláudio Alves Marcondes teve a perspicácia de captar. Quatro estrelas. Pode ser, que em uma releitura, eu dê cinco. Tirei essa estrela pois me parece que Virginia Woolf deveria, em alguns momentos, se preocupar mais com a Clarissa Dalloway do que com o cenário londrino ou com o fluxo de consciência dos outros personagens, ou então pelo menos ter mudado o título do livro. 12° lugar: “Dentro da baleia e outros ensaios”, de George Orwell (1903-50). Oportunidade bem bacana que tive em conhecer a veia ensaística de Orwell. Gostei de sua capacidade de misturar literatura com jornalismo, basicamente o livro é dividido em partes que ele fala de um ramo e outras que ele fala de outro e, muitas vezes, criando um híbrido dos dois. Um autor bem crítico e que tinha uma visão bem específica e aguçada sobre o que seria um excelente romance: romances que ele tem a excelência de conseguir escrevê-los (“1984” e “A revolução dos bichos”). 4 estrelas: só faltou uma estrela pois acho que esses ensaios se complementam com essa produção ficcional do autor, sendo que “A revolução dos bichos” eu já li e ela sim já tem vida própria e, por isso, dei 5 estrelas quando li, em 2017. 11° lugar: “A destruição da política 1 e 2”, de Marcus Boeira, dois ensaios bem interessantes! A partir de agora todas as produções literárias da lista terão 5 estrelas. Nesse material, Marcus Boeira diferencia a política da impolítica de uma forma bastante elucidativa! Só não subo ele mais no ranking devido sua brevidade nesses ensaios, ainda sim, valeu muito a pena sua leitura para eu compreender problemas atuais. Foi uma pena eu não ter encontrado esse material no Skoob e também não ter conseguido cadastrar. 10° lugar: um conto, “Os crimes da rua Morgue”, de Poe, publicado em 1841. A única releitura que fiz. Como Poe é um autor bastante original e que inaugurou o gênero do policial, seus contos eu costumo revisitar. Realmente “Os crimes da rua Morgue” é um grande conto!! De alto poder influenciador tanto em seu início, que parece uma tese e esse tom reflexivo seria fundamental, por exemplo, nas obras de Arthur Conan Doyle, quanto no personagem analista Dupin, que deixa sua marca inapagável na literatura policial. Um gênero que sou suspeito para falar, pois costumo gostar muito!! Nesta lista terão mais três desse gênero e mais um que mescla um pouco de policial também ("Eu, robô"). 9° lugar: “Como e por que ler”, de Harold Bloom, publicado em 2000. Junto com o “Dentro da baleia e outros ensaios”, é uma excelente maneira de se conhecer um vasto material de outros livros. Só que aqui de uma forma mais direta e metódica, visitando clássicos universais. Bloom tem um conhecimento muito amplo sobre literatura e faz análises profundas, a gente percebe essa riqueza, principalmente, quando já tivemos a experiência com a obra em questão. Um exemplo é “Crime e castigo”, o qual já li: sua crítica e análise são maravilhosas!! Também serviu de ferramenta para eu ficar com vontade de ler autores como Flannery O’Connor, Miguel de Cervantes, Herman Melville e Shakespeare, entre outros. No caso desse último, o autor se revela um fã assombroso do Bardo!! Quase que uma idolatria! Mas isso não chega a manchar essa grande obra. Para mim, foi ótima a experiência de leitura de um grande crítico. Pretendo, todo ano, ler algo de crítica literária, pois me ajuda em minha própria escrita (que não deixa de ser crítica literária). 8° lugar: “Dublinenses”, de James Joyce, de 1914. Após minha infrutífera experiência com “Ulysses”, percebi que teria que pegar a prosa de Joyce na ordem que ele escreveu, tal como recomendam seus estudiosos. E “Dublinenses” é seu primeiro trabalho em prosa: um conjunto de 14 contos e, ao meu ver, a novela final “Os mortos” (parece que existe uma lógica de textos aumentando de tamanho ao longo da produção do autor). Aqui eu tive uma excelente experiência, que já foi dada pela capacidade de eu conseguir ler um autor considerado muito difícil de ler, percebi isso rapidamente ao tentar ler “Ulysses”. Mas aqui, nos contos, tive bem mais proveito! Diálogos ricos em material humano e que não se entregam a uma simplicidade. Apesar de muitos considerarem “Os mortos” como o melhor, meu texto favorito (quando li) foi “Uma mãe”, de excelente arco narrativo com a personagem sra. Kearney, talvez minha personagem mulher favorita desse ano, mais que a própria Clarissa Dalloway, que teve muito mais páginas para que eu gostasse dela. Nesses momentos que percebemos como um bom conto pode ficar na história da literatura. 7° lugar: “O primo Basílio”, de Eça de Queirós, de 1878. Segundo livro que leio do autor português e reconhecendo o alto nível de sua literatura. É uma história que eu já conhecia bem (apesar do fim eu não me lembrar muito), eu já tinha uma noção da proposta que Eça tinha com esse livro de crítica dura (que beira à destruição) à sociedade lisboeta, se servindo do estilo do movimento realista para fazer isso. Tirando essa parte da “destruição”, eu já tinha essas noções prévias devido minhas aulas de literatura e adaptações. No entanto, nada substitui uma experiência direta (dá vontade de abrir um parêntesis para me aprofundar só nisso) com a escrita do próprio autor. Ele é realmente genial em criar camadas por trás do que está dizendo e ir de forma certeira na crítica de seus arquétipos e personagens que cria, invertendo o herói romântico e conseguindo manter, até o último ponto final do livro, essa voracidade crítica. 6° lugar: “A sangue frio”, de Truman Capote, publicado em 4 partes em 1965. Um tipo de romance policial inaugurado com o Capote: que é uma obra policial inserida no jornalismo literário, ou seja, é fato real, jornalismo, escrito de uma maneira literária; um passo acima de qualidade no jornalismo. Só essa premissa, misturada com esse crime de assassinado de uma família inteira, na cidade de Holcomb, em 1959, já me chamou à atenção para a leitura. E eu percebi que lemos uma história policial (na verdade, qualquer tipo de história) de uma forma bem diferente quando sabemos que aquilo realmente aconteceu, é um trunfo que Capote tinha na mão e soube usar muito bem. O fato de eu gostar bastante de obras policiais e de ter gostado da levada de Capote, ajudou esse livro a subir no ranking, mas acho que o fato dele inovar nesse segmento também foi importante para eu subi-lo. 5° lugar: “A formação da personalidade”, de Leonel Franca, palestras proferidas pelo padre entre os anos de 1927 e 1941. O melhor livro não-ficcional que eu li esse ano, realmente maravilhoso ler e ouvir um padre que escreve e fala bem! Em que Leonel Franca trata sobre a educação e seus ideais da mesma, fez-me, de fato, abrir a mente para os problemas pedagógicos que ele via na época e que ainda são bastante atuais, bem mais atuais do que deveriam. Esse assunto da pedagogia e da educação, são temas que me atraem bastante. Em continuidade a esse livro, comecei a ler “A inveja dos anjos”, de Stephen Jaeger, que tem uma preocupação bem mais histórica em relação ao tema da educação, focada de uma forma robusta, principalmente, nas escolas catedrais da Europa entre 950-1200; no entanto, esse segundo ainda não terminei e ele também é mais denso. Mas recomendo vivamente o brilhantismo lógico e direto, provindo da leitura do padre Leonel Franca, ainda mais falando de um tema tão importante que é a educação. 4° lugar: “Um estudo em vermelho”, de Arthur Conan Doyle, de 1887. Conheci o, considerado por muitos, maior detetive já criado. Realmente, junto com a personagem senhora Kearney (de Joyce) no lado feminino, considero Sherlock Holmes o personagem mais interessante que conheci esse ano dos livros que li. Após ter resenhado o livro “Um estudo em vermelho”, descobri que Doyle se inspirou em um grande professor de medicina que ele teve para criar Holmes, conseguindo colocar muita riqueza nesse personagem: não só na perspicácia dele em resolver crime ou algum problema, mas também por suas falas, sempre ricas em análise, sabedoria e lógica. Deixando o leitor e o seu amigo médico Watson em estado estupefado. Além disso, temos uma excelente história interna que gira de forma anterior ao crime ocorrido; em que num primeiro momento, parece algo que está aquém da história, mas ao longo da narrativa, vemos os encaixes aparecerem e a habilidade do autor de conseguir alternar bem seu estilo de escrita para se adequar a um espaço-tempo diferente. 3° lugar: “Luz em agosto”, de 1932, de William Faulkner. Minha primeira experiência com esse escritor, o qual tinha muita vontade de conhecer. No começo desse livro, tive um pouco de dificuldade de compreender o que acontecia na obra, mas isso ocorre justamente pela maneira que o escritor escreve. Autores como James Joyce, Virginia Woolf e William Faulkner costumam escrever dessa maneira em que a forma, ela entra na narrativa de alguma maneira substancial (apesar que “Dublinenses”, Joyce apresenta uma literatura menos “moderna”): uma preocupação, digamos assim, materialista da letra e da linguagem. Em alguns casos, não fica algo muito proveitoso ou bacana. No caso do Faulkner, ele trabalha isso de uma forma que eu acho um pouco difícil de explicar. Basicamente ele apresenta uma situação em um capítulo, em outro ele apresenta uma outra situação narrativa (não necessariamente na ordem) e vai fazendo isso até o final do livro. Some-se a isso as memórias dos personagens que também vão construindo a história como um todo e alguns personagens (como o Christmas) com muitas camadas. O mais incrível de tudo isso, é que todos esses acontecimentos se juntam e se ligam de maneira a não deixar algo inverossímil ou sem explicação: um trabalho quase que de um ourives e que só escritores muito bons conseguem fazer (e com uma alta profundidade em seus personagens). Eu coloquei em terceiro lugar esse livro, no entanto, ele pode ser facilmente considerado como melhor do que os outros próximos dois que vou apresentar. Mas eu estou fazendo essa análise crítica a partir de meu nível mental e de minha maturidade intelectual (e, claro, da minha experiência de imersão e sensação com os livros); os outros dois, eu acabei gostando mais pela imersão que tive e também pela qualidade dos livros, mas que talvez, em uma análise mais fria, estejam em um patamar inferior ao “Luz em agosto”. 2° lugar: “Eu, robô”, de Isaac Asimov, de 1950. Na resenha desse livro, comentei que ele era o melhor livro de contos que já havia lido. Vou colocá-lo em pé de igualdade com o “Sagarana”, de Guimarães Rosa; pois pensando de uma forma mais distante de quando li, acredito que ambos esses livros de contos foram maravilhosos para mim e merecem esse primeiro lugar. Em “Eu, robô”, o que me chamou a atenção é a linha condutora que existe entre os contos, contando-se uma história mais ampla que vai do século XX ao ano de 2057: ano presente do livro que a personagem Susan está concedendo sua entrevista (mote para a apresentação dos contos). Mesmo tendo essa linha de união, os contos podem ser lidos separadamente, aliás, é isso que os tornam contos, possuem vida própria, se possuíssem alta dependência entre si, seriam capítulos de um romance. Outro importante fator, que foi importante para colocar o livro nessa posição, foi a maestria de Asimov em criar seus robôs (mostrando, brilhantemente, a evolução deles ao longo do tempo no livro) e me deixando apaixonado pela ficção científica (ainda que eu já tenha lido um livro de Asimov há muito tempo atrás, esse presente eu achei mais impactante). Asimov consegue trazer profundas problematizações de psicologia, política, direito, religião, lógica... através de seus robôs e de seus personagens humanos que são, constantemente, colocados em problemas centrais com esses robôs: esses humanos tornam-se uma espécie de detetives também, por isso que esse livro, às vezes, considero com um “quê” de policial. 1° lugar: “O sorriso da hiena”, de Gustavo Ávila, de 2017. Tal como 2019, temos, em primeiro lugar, um romance policial, evidenciando meu fascínio pelo gênero. O primeiro ponto é a grande história que Ávila cria, o universo em volta dos crimes que vão ocorrendo e as diferentes sacadas do criminoso é de alta genialidade, embora usadas para o mau. O mau é justamente algo que Ávila parece querer buscar a origem: as raízes do mau (estou lendo o livro subsequente a esse, “Quando a luz apaga”, em que o autor parece ainda estar preocupado com essas raízes). O segundo ponto é o problema moral criado no personagem William (aumentando a projeção que esse livro pode ter em futuras problematizações de suas ideias internas), o psicólogo que cuida das vítimas que sobrevivem aos repetidos crimes (que possuem uma mesma estrutura). Ficando a cargo do policial Artur a difícil tarefa de capturar o criminoso, nessa repetição, em um verdadeiro thriller. Esse efeito thriller, foi o responsável por tornar esse livro, aquele que mais me deixou preso na leitura dessa lista, deixando-me em uma curiosidade imensa para saber o que aconteceria. Algo parecido com o que “Cidade de vidro” (o primeiro texto da “A trilogia de Nova York”, meu favorito de 2019) conseguiu fazer comigo. Essa experiência positiva, emocional e de imersão foi o fator decisivo para eu colocar “O sorriso da hiena” em primeiro lugar, através de uma grande história e de um autor maduro (e brasileiro!!) em pleno primeiro romance que escreve.

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    Raquel Pagno

    Raquel Pagno nasceu em Lages, SC, em 1982. Escreve desde a infância, é graduada em Administração de Empresas e trabalha atualmente como projetista e cartógrafa. Publicou no livro Contos de Grandes Autores Brasileiros, pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores, e em dezenas de antologias literárias. Participou do Audiobook Vampiros de Alma, pela Radio Digital Rio e da coletânea Sede Vampírica, com participação especial de Paulo Coelho e Stephen King. Durante dois anos, publicou no blog As Leituras da Mila, postando semanalmente contos e capítulos de livros na coluna intitulada "No Meu Mundo...". Venceu o 8º concurso literário de Suzano, edição Cora Coralina, na categoria “Contos” no ano de 2012 e ganhou o Prêmio Literário Cláudio de Souza, na categoria Melhores Contistas. Em 2013 recebeu o Prêmio Luso-Brasileiro na categoria Melhores Contistas e o 2º lugar no I Festival de Contos do Rio de Janeiro. Recebeu o Prêmio Diamonds of Art and Education conferido pela Fundação Abrasa, o Prêmio Latino Americano de Excelência Artística, o troféu de Excelência Cultural, em comemoração aos 70 anos da ABD (Associação Brasileira de Desenho e Artes Plásticas). Em 2014, foi agraciada com o Prêmio Interarte com a obra Seablue, na categoria Melhores Romances. Em 2015, recebeu o Prêmio Clarice Lispector de literatura, na categoria Melhores Romancistas. Em 2019 recebeu o troféu Natividade, a "barriguda" na 54ª edição do FEMUP. Associada à LITERARTE (Associação Internacional de Escritores e Artistas), é membro correspondente da ALAF (Academia de Letras e Artes de Fortaleza), da ALG (Academia de Letras de Goiás), da ACLA (Academia de Letras, Artes e Ciências de Vitória), Do Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Lisboa (Lisboa/Portugal), da ALAV (Academia de Letras e Artes de Valparaíso/Chile) e embaixadora da Divine Académie Française des Arts Lettres et Culture (Paris/França). Em Portugal, publicou os romances Rubi de Sangue (2011), pela editora Òmega, posteriormente traduzido para o inglês e publicado nos Estados Unidos sob o título Legacy os Blood (2014), pela America Books, Seablue (2012), editora Corpos e Herdeiro da Névoa (2013), pela Chiado Editora, seu primeiro livro a ser comercializado no Brasil, onde também publicou o livro Legado de Sangue (2013), a segunda edição de Seablue (2014), Senhores dos Sonhos, pela Editora Buriti (2015), O Voo da Fênix e 2020 - A Revelação (2016), pela editora Tribo das Letras, O Autor (2017), pela editora Fonzie, além de Ahmed Mir - O Príncipe do Egito, publicado na plataforma Wattpad com mais de 100k leituras, mantendo-se no ranking dos mais lidos desde 2016. Seus livros foram traduzidos em diversos idiomas, inclusive espanhol, italiano e inglês.

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    Santa Catarina, Brasil

    Raquel Pagno