O mês de julho trouxe duas edições da ME. Prefiro o andamento normal, pois acabo tendo um se vira nos trinta para manter as leituras atualizadas e com um peso a mais no meu escasso vil metal.
O que me chamou mais a atenção foi a aplicabilidade de conceitos escolares. A edição passada falou sobre Matemática e esta de Biologia, História, Geografia, Português e Literatura. Com todo respeito, discordo plenamente da revista em descartar conhecimentos que tenho por valorosos. Que tipo de escola é essa que está se propondo? Apenas o que está debaixo do nariz e a alienação ao resto? Qual é?! Pisada na bola em uma revista de jovens estudantes.
Fora isso me chamaram a atenção:
- O retrato falado sobre Tamerlão, um líder turco-mongol tirano dos anos de 1300 (como esse, vira e mexe aparecem outros na história, quando se coloca o poder e valor pessoal acima de todos e tudo);
- E um breve histórico da guilhotina (constatação também da ineficácia da soberania pela força e terror - perde-se o controle).