Provence - O Lugar Onde se Curam Corações Partidos

    Bridget Asher

    Novo Conceito
    2017
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9788581637600
    Português Brasileiro

    “Eis uma forma de colocar a coisa: a perda é uma história de amor contada de trás para frente... Toda boa história de amor guarda outra história de amor escondida dentro dela.” A vida de Heidi com o filho Abbot tornou-se um jogo para manter viva a memória de Henry, bom pai e marido exemplar. Manter uma vida normal em um mundo em que Henry não existe mais está cada dia mais complicado. Heidi precisa lidar com o filho que se tornou um verdadeiro maníaco por limpeza e com a sobrinha Charlotte, uma adolescente problemática. Uma casa em Provence, na França, que pertence à família de Heidi há gerações, é rica em histórias de amor e surpreendentes coincidências. Heidi e sua irmã mais velha, Elysius, passavam os verões lá quando crianças, com sua mãe. Mas a casa, as lembranças e os segredos de Provence haviam ficado no passado, mas agora, com o incêndio na propriedade, a casa precisa ser salva por Heide. Ou será que é Heide que precisa ser salva pela casa? Uma história de recomeço, amor e esperança em face à perda, onde uma pequena casa na zona rural do sul da França parece ser a responsável por curar corações partidos há anos. “Devemos ser sinceros quando o mundo não faz sentido...”

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    Lucia Yabe24/07/2021Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    Sobre se permitir viver

    Acho que a grande mensagem desse livro é você se deixar viver. Tanto as coisas boas e as ruins. Elas acontecem por um motivo e suas consequências nos ensinam que está tudo bem sermos nós mesmos, cheios de dúvidas, inseguranças e medos. Gostei do poder transformador da empatia dos personagens que surgem ao longo do livro. Entretanto, minha nota só não foi mais alta porque o começo do livro é bem arrastado, a Heidi fica num estado de auto comiseração por conta da morte do marido que beira o irritante. Além disso a fobia do Abbott também beira o exagero por quase metade do livro, e a Heidi parece não querer dar um jeito nisso, achei um pouco negligente. O Julien melhora o livro quando surge. Achei muito interessante que ele seja um personagem masculino que deixa à vista seu sofrimento e não tem medo de externar isso, muito raro de se ver. Ele e a Charlotte foram meus personagens favoritos, além da Provence em si, que a autora descreve lindamente ao longo do livro.

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