É quase impossível falar em “caminho”, na Psicologia Analítica, sem pensar em individuação, o processo de tornar-se aquilo que se é, ou, de dar expressão individual ao “vir a ser” arquetípico. O fato de podermos nos reorientar em nossas vidas, buscando novas tarefas e funções, faz com que possamos nos reabastecer de energia vital, e dar à nossa existência um novo sentido que pode nos trazer concretamente uma vida mais longeva. Quem aponta para essas novas tarefas é a alma. Uma, dentre muitas questões que se farão presentes nesse percurso é: “Estará já o meu caminho traçado?”. Parece que a resposta aponta para uma negativa. Em nenhum momento ele está traçado, ou não será o meu caminho.
