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    La rosa profunda - Jorge Luis Borges

    Jorge Luis Borges

    Emecé
    1975
    162 páginas
    5h 24m
    ISBN-1: 0
    Espanhol
    3.3
    6 avaliações
    Leram7Lendo2Querem4Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados4Avaliaram6

    Este libro reúne la poesía que Jorge Luis Borges escribió entre 1972 y 1975. El título alude a la rosa eterna de los poetas; la rosa invisible soñada por Milton; ésa que Borges, ciego, ya no distingue pero que es para él imagen del mundo. Estas páginas encierran además varios otros temas y motivos que, con el tiempo y los libros, han ido poblando el universo literario, no por familiar menos maravilloso, del gran escritor argentino: las máscaras, la nostalgia de la espada, las sombras tutelares, los inventarios y las enumeraciones, la arbitrariedad del tiempo humano, la inexorabilidad del destino, los espejos... Sobre la poesía afirmaba el autor en el prólogo: "La palabra habría sido en el principio un símbolo magico, que la usura del tiempo desgastaría. La misión del poeta sería restituir a la palabra, siquiera de un modo parcial, su primitiva y ahora oculta virtud. Dos deberes tendría todo verso: comunicar un hecho preciso y tocarnos físicamente, como la cercanía del mar."

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    Resenhas (1)Ver mais
    Augusto Stürmer Caye picture
    Augusto Stürmer Caye02/09/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Curto livro de poemas de um dos maiores escritores argentinos, Jorge Luis Borges, abordando a inexorabilidade do transcorrer do tempo, a história, e a cegueira. Meus poemas favoritos foram: All our yesterdays Un ciego Habla un busto de Jano El ciego

    2 curtidas

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    Avaliações

    3.3 / 6
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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo profile picture

    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo

    Mais conhecido como Jorge Luis Borges, foi um escritor, poeta, tradutor, crítico e ensaísta argentino. Em 1914 sua família se mudou para Suíça, onde ele estudou e viajou para a Espanha. Em seu retorno à Argentina em 1921, Borges começou a publicar seus poemas e ensaios em revistas literárias surrealistas. Também trabalhou como bibliotecário e professor universitário público. Em 1955 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional da República Argentina e professor de literatura na Universidade de Buenos Aires. Em 1961, destacou-se no cenário internacional quando recebeu o primeiro prêmio international de editores, o Prêmio Formentor. Seu trabalho foi traduzido e publicado extensamente no Estados Unidos e Europa. Borges era fluente em várias línguas. Morreu em Genebra, na Suíça, em 1986. Sua obra abrange o "caos que governa o mundo e o caráter de irrealidade em toda a literatura". Seus livros mais famosos, Ficciones (1944) e O Aleph (1949), são coletâneas de histórias curtas interligadas por temas comuns: sonhos, labirintos, bibliotecas, escritores fictícios e livros fictícios, religião, Deus. Seus trabalhos têm contribuído significativamente para o gênero da literatura fantástica. Estudiosos notaram que a progressiva cegueira de Borges ajudou-o a criar novos símbolos literários através da imaginação, já que "os poetas, como os cegos, podem ver no escuro". Os poemas de seu último período dialogam com vultos culturais como Spinoza, Luís de Camões e Virgílio. Sua fama internacional foi consolidada na década de 1960, ajudado pelo "boom latino-americano" e o sucesso de Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez. O escritor e ensaísta John Maxwell Coetzee disse sobre ele: "Ele, mais do que ninguém, renovou a linguagem de ficção e, assim, abriu o caminho para uma geração notável de romancistas hispano-americanos".

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    Jorge Francisco Isidoro Luis Borges Acevedo