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    Pichón - minha vida e a revolução cubana

    Carlos Moore

    Nandyala
    2015
    424 páginas
    14h 8m
    ISBN-13: 9788583580065
    Português Brasileiro
    4.8
    15 avaliações
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    Nascido, em 1942, como Charles Moore Wedderburn, Carlos Moore tem uma história a ser eternizada como exemplo de luta pelos direitos da população negra na diáspora. E nada melhor do que ele para contar. Aos 15 anos deixou Cuba rumo aos EUA, onde se iniciou nos propósitos de justiça racial. Ao retornar ao seu país de origem, no início da década de 60, se engajou na política de Fidel Castro, mas acabou rompendo com o regime revolucionário, porque queria o fim da discriminação contra a população afro-cubana. Foi preso político. Morou na França e tornou-se jornalista. Foi professor universitário. Conviveu com líderes como Malcom X, Alioune Diop e Aimé Césaire, Lélia Gonzalez, Abdias Nascimento e com Fela Kuti, que inspirou sua obra “Fela, esta vida puta”, uma biografia autorizada do músico e ativista nigeriano. Em Pichón Carlos Moore mergulha na sua própria história que tem momentos de saga heróica e de tensão racial. Diferente da versão estrangeira, o livro em português tem um capítulo exclusivo para sua vivência no Brasil, especialmente Salvador, onde mora há 15 anos.

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    4.8 / 15
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    Carlos Moore

    Escritor, pesquisador e cientista social dedicado ao registro da história e da cultura negra, é conhecido pela luta contra o racismo, pelo panafricanismo e por ter escrito a biografia autorizada de Fela Kuti ("Fela, Esta vida Puta"). Mudou-se para Nova Iorqueaos 15 anos, no final dos anos cinquenta, onde conheceu Maya Angelou, que o ensinou justiça racial e o pensamento intelectual negro. Ao retornar para Cuba, aliou-se ao movimento revolucionário liderado por Fidel Castro. Ele concordava com os princípios revolucionários, mas discordava das autoridades sobre a discriminação racial persistente em Cuba. Deixa a ilha em 1963, rumo à França, onde conhece outros ativistas negros, como o senegalês Alioune Diop e o filósofo poeta da Martinica Aimé Césaire, passa a trabalhar como jornalista e inicia sua vida acadêmica. Recebeu título de Doutor em Etnologia, em 1979, e Doutorado em Ciências Humanas, em 1983, ambos pela Universidade de Paris-7. Entre 1984 e 2000 foi Professor Visitante na Universidade Internacional da Flórida (EUA), Universidade do Caribe (Trinidad-Tobago), e Universidade do Caribe Francês (Martinica e Guadalupe). Ao longo de sua carreira como militante, esteve ao lado de, além dos previamente citados, Malcolm X, Stokely Carmichael, Lelia Gonzalez, Walterio Carbonell, Abdias Nascimento, Harold Cruse, Alex Haley. Desde 2000 ele vive no Brasil com a família, aproveitando para escrever suas memórias e conhecer mais da cultura latino-americana. fonte: Wikipédia.org

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    Camaguey, Cuba

    Carlos Moore