Una fiesta como ésta - Trilogía Fitzwilliam Darcy, un caballero I

    Pamela Aidan

    Suma Internacional
    2012
    424 páginas
    14h 8m
    ISBN-10: B0089NUBF4
    Espanhol

    La primera entrega de la trilogía «Fitzwilliam Darcy: un caballero». «Está pasable, pero no es lo suficientemente guapa como para sentirme tentado». Así es como empieza el eterno romance entre Fitzwilliam Darcy y Elizabeth Bennet en Orgullo y prejuicio. La novela de Jane Austen ha sido admirada por millones de personas, pero poco se descubre en el libro sobre el misterioso y atractivo héroe, el señor Darcy. Y la cuestión ha seguido en el aire hasta estos días: ¿quién es Fitzwilliam Darcy? En Una fiesta como ésta, Pamela Aidan contesta por fin a esa pregunta. En su primer libro de su trilogía «Fitzwilliam Darcy, un caballero», nos vuelve a presentar a Darcy en el momento en que visita Hertfordshire con su amigo Charles Bingley y nos descubre la oculta perspectiva de Darcy sobre los acontecimientos de Orgullo y prejuicio. A medida que Darcy pasa más tiempo en Netherfield, supervisando a Bingley y resistiéndose a los implacables asaltos de la señorita Bingley, la atracción a la que se ha resistido por Elizabeth crece, al igual que su preocupación por la relación que mantiene con su opuesto, George Wickham. Emplazando toda la trama vivamente en el variado ámbito histórico y político de la Regencia, Aidan escribe con un estilo cómodo, de casa, como Austen, pero con un ingenio y humor de su propia cosecha. Aidan incluye su propia selección de fascinantes personajes a los de la novela original de Austen, tejiendo un rico tapete del pasado y el presente de Darcy. Los admiradores de Austen y también los que se acerquen a ella por primera vez adorarán este nuevo capítulo del romance más famoso de todos los tiempos.

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    Luciana Darce29/06/2011Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Comprei esse livro por indicação da Terry Hubener, do JASNA, quando esteve aqui no Brasil ano passado, à época que ocorreu nosso primeiro encontro regional. Confesso, contudo, que não levava assim tanta fé que o livro fosse, nas palavras dela, “a melhor de todas as adaptações de Orgulho e Preconceito; a melhor versão do Darcy que vi em muito tempo”. Tendo achado que se tratava de um certo exagero de fã, demorei alguns meses para encomendá-lo e, ainda assim, só pedi o primeiro – não queria me arriscar a comprar toda a trilogia e depois torcer o nariz. Não tinha chegado na metade do livro quando paguei a língua e corri para encomendar os dois volumes seguintes, já quase arrancando os cabelos porque sabia que eles não chegariam a tempo de me permitir emendar a leitura. An Assembly Such as This não é um livro bom. Não. Ele é, exatamente como a Terry disse, a melhor, a mais completa e fiel versão do Darcy fora das mãos da Austen. é uma coisa assim... completamente espetacular. Excepcional. Algo que me faz querer cantar odes à Pamela Aidan. E não, não acho que estou exagerando. O livro é delicioso, montando um retrato muito digno de Mr. Darcy, expandindo seu personagem para além da sua paixão por Lizzie Bennet. Ele está inserido numa perspectiva histórica – você vê Darcy vibrando com livros sobre a campanha do futuro Duque de Wellington na Península Ibérica (estamos, afinal, nos tempos das Guerras Napoleônicas); torcendo o nariz para os modismos do Príncipe Regente, freqüentando clubes de cavalheiros, discutindo política... Mais divertido ainda é ver as pessoas que o rodeiam: o hilariante Fletcher, seu valete pessoal que quase me mata de rir com suas citações shakesperianas e manipulações maquiavélicas do guarda-roupa de seu mestre; ou Lorde Dyford Brougham, amigo em Londres de quem você nunca sabe o que virá a seguir. Agora, a cereja no topo do bolo é o Bingley – e uma das minhas passagens favoritas é aquela em que Darcy relembra como os dois se tornaram amigos. Em seu tratamento com o companheiro, Darcy pensa constantemente na relação que tinha com o próprio pai, nos ensinamentos que herdou deste; e é difícil não se deixar enternecer pela preocupação e lealdade que eles sentem um pelo outro. Claro que a melhor parte de toda a história é vê-lo ir gradualmente se pondo sob o encanto de Lizzie. A cena do baile em Netherfield é de tirar o fôlego, de deixar a gente flutuando em nuvens: é doce, passional, angustiante, tudo ao mesmo tempo. Agora toca esperar os próximos volumes, roendo as unhas porque – maldade das maldades – o primeiro volume termina justamente quando Darcy e Bingley partem para Londres. Quero vê-los em Rosings! E Pemberley! Preciso desesperadamente de mais! (resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)

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