O letrado marinheiro Ismael adorava se aventurar pelos mares e estava acostumado à vida em navios mercantes, porém queria viver a experiência em um baleeiro que fosse à caça de baleias gigantescas – como nas histórias contadas por pescadores e capitães experientes. Ismael foi para a ilha de Nantucket em busca de trabalho e lá conheceu o arpoador Quiqueg – um selvagem de costumes exóticos – que se tornou seu amigo. Logo os dois embarcaram no navio Pequod para uma viagem de três anos nos mares. Imediatos, arpoadores e marujos eram comandados pelo sombrio capitão Acab, marcado por uma enorme cicatriz no rosto e uma perna feita de osso de cachalote. No passado, uma baleia branca atacou Acab e ele perdeu a perna. A viagem prosseguia por entre mares perigosos e tempestades, e Pequod e sua tripulação precisavam caçar baleias por causa de seu óleo, garantindo com isso sustento no mar e lucros ao retornarem. No entanto, o obcecado capitão possuía apenas uma coisa em mente: vingar-se abatendo a temível "Moby Dick" a qualquer preço. Sua busca implacável com a tripulação culmina em um final aterrorizante. Esta coleção apresenta grandes clássicos da literatura mundial, adaptados em linguagem simples e adequada ao público infantojuvenil. É uma excelente ferramenta escolar e até de preparação para concursos, como o vestibular. ... Herman Melville (01/08/1819 - 28/09/1891) - Autor de um dos mais geniais livros da literatura americana e mundial, Melville nasceu em Nova Iorque e conheceu a vida no mar em tenra idade. Após o falecimento de seu pai, trabalhou como guarda-livros do irmão mais velho, que tinha um pequeno negócio. Com a falência deste, aventurou-se em expedições marítimas até os 22 anos, quando aportou na Polinésia. Casou-se, teve dois filhos, publicou livros, como Taipi - Paraíso dos Canibais; Omu; Mardi e Redburn; As Encantadas, Israel Potter e Benito Cereno, entre outros. Mas, sem dúvida, foi Moby Dick, livro cheio de referências bíblicas, que levou seu nome ao patamar dos grandes autores mundiais, ainda que essa obra só tenha recebido seu devido valor algum tempo após a sua morte.


