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    The Crown's Game (The Crown's Game #1) -

    Evelyn Skye

    Balzer + Bray
    2016
    416 páginas
    13h 52m
    ISBN-13: 9780062422583
    3.4
    37 avaliações
    Leram44Lendo1Querem122Relendo0Abandonos1Resenhas5
    Favoritos1Desejados122Avaliaram37

    Vika Andreyev can summon the snow and turn ash into gold. Nikolai Karimov can see through walls and conjure bridges out of thin air. They are enchanters—the only two in Russia—and with the Ottoman Empire and the Kazakhs threatening, the Tsar needs a powerful enchanter by his side. And so he initiates the Crown’s Game, an ancient duel of magical skill—the greatest test an enchanter will ever know. The victor becomes the Royal Enchanter and the Tsar’s most respected adviser. The defeated is sentenced to death. Raised on tiny Ovchinin Island her whole life, Vika is eager for the chance to show off her talent in the grand capital of Saint Petersburg. But can she kill another enchanter—even when his magic calls to her like nothing else ever has? For Nikolai, an orphan, the Crown’s Game is the chance of a lifetime. But his deadly opponent is a force to be reckoned with—beautiful, whip smart, imaginative—and he can’t stop thinking about her. And when Pasha, Nikolai’s best friend and heir to the throne, also starts to fall for the mysterious enchantress, Nikolai must defeat the girl they both love . . . or be killed himself. As long-buried secrets emerge, threatening the future of the empire, it becomes dangerously clear . . . the Crown’s Game is not one to lose.

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    Laura Vieira Machado picture
    Laura Vieira Machado23/07/2018Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Nada convence nesse livro

    Às vezes o quanto você gosta de um livro depende das expectativas que tinha para ele. Às vezes não tem o que você faça para ele ser bom. Juro que tentei ao máximo preparar minhas expectativas, esperei só aquilo que tinha visto que tinha. Esperei um romance com uma atmosfera de conto de fadas, esperei que o jogo da coroa não fosse tão brutal quanto parece pela resenha, esperei um livro mais leve do que a capa dá a entender. Eu esperei exatamente o que o livro entrega e ainda assim não conseguiria dar mais do que duas estrelas para ele. É até estranho pensar que estou dando a ele uma nota que costumo reservar para livros que eu detesto, quando não tem nada revoltante nesse livro, não tem nada aqui digno de ódio. Mas, conforme eu lia, ficou impossível negar que ele é ainda extremamente amador. Não parece só que é o primeiro livro da autora, como a primeira história que ela escreveu em toda sua vida. Dá para ver isso na falta de desenvoltura e ritmo da sua prosa, nos diálogos forçados e nas frases desajeitadas entre si. Dá para ver no jeito que ela fala muita coisa em vez de contar e mostra pouquíssimas, no jeito que explica certas coisas sem nunca provar em atitudes dos personagens. Nada nesse livro convence, e essa é a pior parte. Parece que tudo que aconteceu, tudo que foi falado foi da boca para fora, que não teve significado nenhum. E essa falta de credibilidade está em tudo mesmo, na personalidade dos personagens, na história de vida deles, nas suas habilidades às vezes aleatórias, no universo meio conto de fadas, meio nada conto de fadas, nas regras do jogo principalmente e em tudo que eles arriscam. Foi bem estranho ler um livro em que nada tem peso nenhum, em que tudo parece tão fácil de desfazer ou desconsiderar quanto uma bolha de sabão. Uma ideia dessas, com um fundo histórico tão bem pesquisado, não poderia ter ficado tão frágil. E eu estava mesmo esperando certas coisas baseadas no que tinha lido em resenhas negativas. Achava que estava preparada. Por exemplo, vi bastante gente reclamando que os personagens não levavam o jogo a sério e ficam mais preocupados com suas vidas amorosas. Quem dera. Achei o romance do livro pobre demais, inaceitável até chamar de romance. Além de ter um triângulo amoroso em que ninguém poderia de maneira alguma falar que ama outra pessoa sério, já que literalmente não se conhecem, as atitudes dos personagens são sem pé nem cabeça, baseadas nesse amor imaginado e absurdo. Eu estava disposta a aceitar todo o resto do livro ser mal pensado e inconsequente, contanto que o romance fosse bem feito. Mas não foi. Então tenho todo direito de reclamar do próprio jogo da coroa, com rituais aleatórios e regras contraditórias e mal explicadas, certo? Não consigo entender o que leva dois encantadores a participar do jogo que vai até a morte. Pura determinação de chegar ao posto de encantador do império? Porque nenhum dos dois parecia muito interessado nisso, quanto mais determinado. Eles agiam mais como presos sentenciados à morte que ainda não tinham percebido o parâmetro da sentença. Além de que, talvez desistir da própria vida seja razão o suficiente para não participar? Em nenhum momento a autora explica por que eles têm que participar, só que, uma vez que começado, o jogo tem que ir até o fim. E em nenhum momento ela explica por que eles voluntariamente participariam. Sem contar com as outras regras mal explicadas, como por que dois encantadores não podem existir juntos, quais os limites da magia, por que tem outras pessoas com pouca magia, como ela desapareceu, que droga de sistema mágico é esse que só afeta as quatro pessoas pertinentes à história? E, sim, as provas do jogo foram bem qualquer coisa, nunca poderiam chamar isso de um duelo sem estarem tirando sarro de quem acreditar. Mas talvez outra coisa que tenha me frustrado mais foi que o livro criava histórias paralelas para explicar coisas que ainda não tinham aparecido! Em vez de apresentar o mistério primeiro e depois ir preenchendo as lacunas com demonstrações de explicações, ele primeiro contava um detalhe novo e depois, muitas vezes no próximo capítulo, dava o primeiro problema - que era rapidamente colocado para trás - a ver com esse mistério. E as histórias paralelas também, desnecessárias. Mal encaixavam no resto, tinham a mesma falta de credibilidade que o resto. Nada convence aqui! Mesmo depois disso tudo, não odeio o livro. Vou ler o segundo em seguida, mas só porque já tinha comprado e provavelmente acabaria desistindo se não começasse agora. Ele não é revoltante, mas a inexperiência da autora fica clara desde o começo. O que mais me incomoda, aliás, são os editores, que estão acostumados com trabalhos mais profissionais e poderiam muito bem tê-la mandado trabalhar em cima dessa ideia direito antes de publicar, porque poderia ter sido brilhante. Eu amo ficção histórica com fantasia assim, essa mistura de coisas que aconteceram com um detalhe novo. É muito triste pensar que essa ideia foi desperdiçada em um livro que precisava ter sido reescrito antes de publicado.

    12 curtidas

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    Avaliações

    3.4 / 37
    • 5 estrelas14%
    • 4 estrelas35%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas19%
    • 1 estrelas8%
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    Evelyn Skye

    Evelyn Skye se licenciou em História e Literatura Russa pela Universidade de Stanford e se doutorou em Direito pela Universidade de Harvard. Um de seus passatempos favoritos é sumir durante horas em um bom livro... E, sim, comer muitos cookies. Seu primeiro livro, The Crown's Game, inicia uma duologia fantástica ambientada na Rússia. Após publicá-lo, ele entrou na lista de best-sellers do New York Times.

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    Evelyn Skye