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    Cinema Gaúcho - Diversidades e inovações

    Carlos Gerbase

    Sulina
    2009
    188 páginas
    6h 16m
    ISBN-13: 9788520505335
    Português Brasileiro
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    Parido pelas bandas de Pelotas, nas mãos pioneiras de Eduardo Hirtz e Francisco Santos, atravessou uma infância difícil, em que viveu de "atualidades" e explorou o quanto poia a vaidade dos poderosos. Chegando à puberdade, chamou Teixeirinha para domar o público e produzir uma dezena de longas de sucesso. A juventude foi um período de ruptura com a estética rural e com os modelos de produção. A urbanidade, o super-8 e a fumaça dos carros chegaram para ficar, embora os cavalos continuem relinchando nas proximidades. A maturidade ainda está pra ser conquistada, mas está logo ali, depois da esquina. Ou da coxilha. O cinema gaúcho cresceu a duras penas, acreditando que poderia ser "gente grande" quando não passava de um guri bobo. Este livro é um tributo a esse esforço e uma reflexão sobre os desafios que ainda estão pela frente.

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    Carlos Gerbase

    Carlos Gerbase (Porto Alegre, 1 de fevereiro de 1959) é um cineasta brasileiro. Integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011, juntamente com Luciana Tomasi, para criar a Prana Filmes.[1] É também professor de cinema na PUCRS e escritor. Na área da música, foi um dos membros fundadores (1984) da banda Replicantes, a princípio como baterista. Com a saída de Wander Wildner da banda (1989) assumiu os vocais, entregando novamente o posto a Wander em 2002. Em 2013, lançou o CD Destrua você mesmo, em que interpreta clássicos dos Replicantes em novas versões de músicos gaúchos. Como jornalista, atuou como repórter e sub-editor do jornal Folha da Tarde (Cia. Jornalística Caldas Jr), entre 1980 e 1981. Colaborou com o jornal Tchê (1980-1983) e com a revista Wonderfull (1988-1990). Colaborou com os sites ZAZ (roteirista, 1996-1997) e Terra (crítico de cinema, 2000-2001). Colabora com uma coluna quinzenal sobre cultura no jornal Zero Hora (2013-hoje). É filho do médico e ex-presidente do Grêmio, José Gerbase. Recebeu dois prêmios Kikito no 45 Festival de Gramado em 2017 pelo filme Bio, um deles como melhor longa segundo o público e outro pela direção de atores

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Carlos Gerbase