O Leonel sempre foi minha paixão. Desde a primeira vez que o vi, na chácara da vovó Celeste, onde eu passava as férias de verão depois da morte da mamãe e do papai. Era um guerreiro charrua, igual ao que aparecia no meu livro ilustrado História do Rio Grande do Sul. Desceu de uma enorme caminhonete moderna, último tipo, com a mãe dele, a prima Constança. Todos correram para cumprimentá-lo. Era guerreiro e era príncipe. Não tive dúvidas.