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    A Guerra das Mulheres - II (Os Grandes Romances Históricos #27) -

    Alexandre Dumas

    Otto Pierre Editores Ltda., (RJ)
    1970
    302 páginas
    10h 4m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    2 avaliações
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    Favoritos0Desejados3Avaliaram2

    O romance decorre em França, mais propriamente perto de Bordéus, no ano de 1650. Uma inextrincável intriga de amores secretos que ocultam um acontecimento bem mais importante: a Fronda da nobreza capitaneada por Condé. A rainha Ana de Áustria ocupa a regência, assessorada por Mazarino. O Príncipe de Condé fora preso por ordem do primeiro-ministro e sua mulher confinada a um castelo. O barão de Canolles procura os favores de Nanon de Lartigues, a amante de um dos mais influentes conselheiros da rainha, o Duque de Épernon. O sedutor conhece entretanto uma partidária do Príncipe de Condé que, disfarçada de homem, procura mobilizar tropas para libertar o seu senhor, afastar a regente e colocar no trono o Duque de Enghien. Canolles apaixona-se pelas duas! Seguem-se as peripécias típicas de uma conspiração, a guerra civil que lhe sobrevem e os ajustes de contas. Este romance é considerado a expressão máxima da trama dumasiana.

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    Aécio de Paula picture
    Aécio de Paula15/11/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    A Guerra das Mulheres - II Alexandre Dumas

    Essa segunda parte é composta pelos romances: A Viscondessa de Cambes (1845); A abadia de Peyssac (1846). A série é um romance histórico, em 1650, e se passa na França.

    6 curtidas

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    3.5 / 2
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    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie