Aventuras na História Nº 149 (Dezembro de 2015) - À Procura de Jesus

    não informado

    Abril
    2015
    58 páginas
    1h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Nesta edição: # À procura de Jesus Uma análise de seis relíquias que podem mudar a História do cristianismo # Jerusalém revelada # O amor na Idade Média # O Rio de Janeiro de três autores # A evolução do turismo

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    R .07/12/2015Resenhou um livro
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    A revista no início tinha uma seção que gostava muito, sobre origem de palavras e expressões populares. Pena a retirada, mas vira e mexe, voltam a tona essas interessantes descobertas. Dessa vez descobri o contexto ligado a expressão "pai dos burros", sobre os dicionários. Foi criado pelo Aurélio de Holanda como homenagem ao pai e não como um termo pejorativo como é usado hoje. O pai dele foi uma carpinteiro que fazia carroças, preocupado com o conforto tanto para os usuários quanto para os animais. Por conta disso o dicionarista homenageou o pai com essa expressão amigável. Tem uma conotação de ajuda, mas aí a gaiatice e desconhecimento do povão levou para um lado ofensivo. O "Viagem na História" passeia por Jerusalém. Legal isso, mas não foi dessa vez que tirei minhas dúvidas de algo relevante na cidade. Já li, ou vi, por aí que existe uma certa confusão no estabelecimento de determinados pontos históricos. Dizem que encontramos dois lugares credenciados como o Gólgota e dois supostos sepulcros de Cristo. Será verdade? Se for, é só um reflexo da impressão que a cidade passa hoje. De uma Babel, com suas religiões, confusões e guerras eventuais, onde a galera no geral não se entende. E na terra da maior história de amor pela humanidade! Agora, sem dúvidas, queria conhecer todos os pontos mostrados, especialmente a Capela da Ascensão, que teria sido construída sobre o Getsêmani. Aí começou o calvário de Jesus. Por todos nós... Cara, que máquina doida é essa Helépolis! Do ponto de vista histórico o estudo é sensacional, mas também, minha opinião, é mais um exemplo e monumento à estúpida engenharia da guerra na resolução humana de destruição entre si. Nas dicas de leitura a edição mostra vários livros sobre guerras. Escolhendo um, queria dar uma conferida em "O século de sangue, 1914-2014, as vinte guerras que mudaram o mundo", de Emmanuel Hecht e Pierre Servent. Vixi! No apogeu do desenvolvimento humano temos "a conquista" da maior selvageria. Racionalmente incoerente para o bom senso, né não? O que é o brinquedo da Helépolis perto da criativa capacidade e determinação de interesses monstruosos hoje... "À procura de Jesus" - Existem tantas relíquias espalhadas pelo mundo, guardadas em igrejas e reverenciadas como em um culto a verdade. Nasceram de interesses e deles também muita coisa foi escrita sobre Cristo em séculos posteriores, quando associou-se a uma figura folclórica e muitos pegavam carona nisso em diferentes conceitos. Vejo isso como uma necessidade de apego materialista para a fé, herança de culturas idólatras. Reportagens como essa mostram outros caminhos sobre Jesus, baseadas em relíquias e literatura apócrifa. Prefiro Suas palavras, como em João 5:39. Escolho encontrar a Cristo no que Ele ensina biblicamente. Creio nessa veracidade. A própria Escritura fala de outras literaturas (Colossenses 4.16, sobre a Epístola de Laodicéia, e Judas Vs. 14, sobre o Livro de Enoque), mas acredito no propósito divino em ter dado ciência a Igreja Primitiva em compilar o Novo Testamento com os 27 livros que atravessaram os séculos e podemos ler hoje, ainda que outras obras, inspiradas ou não, ainda existam (como o Enoque) ou tenham existido. Mudar a história do Cristianismo? Nessas horas lembro do que o apóstolo Paulo escreveu em de Gálatas 1.5-9. Escolho o Cristo Bíblico, creio nessa veracidade.

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