The First Collection of Criticism by a Living Female Rock Critic

    Jessica Hopper

    Featherproof Books
    2015
    250 páginas
    8h 20m
    ISBN-10: 0983186332

    Jessica Hopper's music criticism has earned her a reputation as a firebrand, a keen observer and fearless critic not just of music but the culture around it. With this volume spanning from her punk fanzine roots to her landmark piece on R. Kelly's past, The First Collection leaves no doubt why The New York Times has called Hopper's work "influential." Not merely a selection of two decades of Hopper's most engaging, thoughtful, and humorous writing, this book documents the last 20 years of American music making and the shifting landscape of music consumption. The book journeys through the truths of Riot Grrrl's empowering insurgence, decamps to Gary, IN, on the eve of Michael Jackson's death, explodes the grunge-era mythologies of Nirvana and Courtney Love, and examines emo's rise. Through this vast range of album reviews, essays, columns, interviews, and oral histories, Hopper chronicles what it is to be truly obsessed with music. The pieces in The First Collection send us digging deep into our record collections, searching to re-hear what we loved and hated, makes us reconsider the art, trash, and politics Hopper illuminates, helping us to make sense of what matters to us most.

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    Delirium Nerd21/08/2018Resenhou um livro
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    Jessica Hopper nos explica por que precisamos de mais mulheres no jornalismo cultural

    The First Collection of Criticism by a Living Female Rock Critic* não é, a rigor, a primeira coleção de críticas escritas por uma crítica de rock ainda viva, como diz a tradução do título. Jessica Hopper, a autora do livro, dá o alerta logo de cara, na breve dedicatória que precede a obra. Trata-se de uma homenagem às outras mulheres que se propuseram a fazer o mesmo bem antes dela, que lançou seu exemplar apenas em 2015. Entre as mencionadas estão Beginning to See the Light, da Ellen Willis, Rock Encyclopedia, da Lillian Roxon, 1988: The New Wave Punk Rock Explosion, da Caroline Coon, e Rock She Wrote, editada por Evelyn McDonnell e Ann Powers. Todas muito bem avaliadas pela crítica em geral, e principalmente por Hopper, que as vê como grandes influências em sua carreira. O falso pioneirismo é a única informação imprecisa no título. O resto é bem fiel: The First Collection of Criticism by a Living Female Rock Critic é uma seleção de textos de autoria da própria jornalista (que é crítica de rock e ainda está viva, felizmente), retirados de publicações pelas quais passou: Punk Planet, SPIN Magazine, Village Voice, entre outros nomes de peso em conteúdos sobre música alternativa nos EUA. “É sobre colocar uma bandeira; é para aquelas cujos sonhos (e manuscritos) esvaíram-se, devido à falta de precedência, suporte e permissão. Esse título não tem o intuito de apagar a nossa história, mas sim de ajudar a pavimentar a nossa trajetória.” É isso. Na concepção da jornalista, usar o rótulo “primeira coleção de críticas” não é sinal de prepotência. O nome foi usado apenas para oficializar na história que mulheres escreviam e escrevem críticas musicais. Muitas. Tantas que foi preciso escrever um livro para selecionar algumas das melhores. Essa foi a primeira coleção. Mais estão por vir. Eis que surge uma outra pergunta: por que é tão importante assim que existam mulheres escrevendo críticas culturais? A resposta vem de um texto que circulou no facebook, escrito pela Anwen Crawford para a revista New Yorker, cuja tradução foi lançada pelas mulheres da MADREmag. Intitulado “O mundo precisa de mulheres críticas de rock”, o artigo traça as problemáticas de uma mulher se inserir nos meios intelectual e profissional. As barreiras já são percebidas nos atributos que costumam tornar um crítico icônico. Tome-se como exemplo Lester Bangs, que morreu em 1982, aos 33 anos: “Seu estilo gonzo de vida imprudente, o uso de drogas e de óculos escuros à noite fez com que ele fosse tão anti-heróico quanto o assunto com que lidava: estrelas do rock”. Características que nas mulheres costumam despertar impressões bem diferentes: “(…) raramente são consideradas geniais; muitas vezes, são taxadas como vadias”. Leia na íntegra:

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