Diante da mais bela parábola, por ora escrita, sobre a morte de um herói brasileiro, Antônio CARLOS GOMES, e cuja premissa é a narrativa da sua panteonização, o leitor terá a oportunidade de entrar em domínios ainda pouco iluminados da nossa história: os da influência do Positivismo - e de um tardio, mas marcante, Romantismo - nas atitudes assumidas diante da morte pela sociedade urbana e letrada do Brasil que saía do século XIX.
