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    Imaginário em Rede - Comunicação, memória e tecnologia

    Carlos Gerbase

    Sulina
    2014
    189 páginas
    6h 18m
    ISBN-13: 9788520507193
    Português Brasileiro
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    O imaginário não é apenas um novo conceito, é um modo diferente de olhar para o mundo da Comunicação. Conectar os imaginários e colocá-los em rede é uma tarefa que exige diálogo permanente com outras áreas do conhecimento humano. Nos ensaios deste livro, fica evidente que há um esforço coletivo na busca desses cruzamentos conceituais, mesmo que os próprios autores ainda não tenham percebido sua nova condição epistemológica. Estamos imersos num mundo complexo, que nos causa perplexidade e nos empurra para um fazer científico novo, mais ousado, com menos amarras metodológicas, com mais emoção, com mais riscos. As regras mudaram, e os jogadores precisam se adaptar. Sempre haverá espaço, é claro, para que os especialistas continuem aprofundando seus temas favoritos, mas o diálogo com os colegas “diferentes” é a melhor maneira de garantir relevância social às universidades e às pesquisas acadêmicas. Este livro aponta para várias direções, mas sempre com um olhar aberto e sem os preconceitos antigos quanto às fronteiras das áreas de pesquisa. Cabe a cada leitor descobrir o que há de novo neste novo mundo comunicacional.

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    Carlos Gerbase

    Carlos Gerbase (Porto Alegre, 1 de fevereiro de 1959) é um cineasta brasileiro. Integrante por 24 anos da Casa de Cinema de Porto Alegre, deixa a produtora em 2011, juntamente com Luciana Tomasi, para criar a Prana Filmes.[1] É também professor de cinema na PUCRS e escritor. Na área da música, foi um dos membros fundadores (1984) da banda Replicantes, a princípio como baterista. Com a saída de Wander Wildner da banda (1989) assumiu os vocais, entregando novamente o posto a Wander em 2002. Em 2013, lançou o CD Destrua você mesmo, em que interpreta clássicos dos Replicantes em novas versões de músicos gaúchos. Como jornalista, atuou como repórter e sub-editor do jornal Folha da Tarde (Cia. Jornalística Caldas Jr), entre 1980 e 1981. Colaborou com o jornal Tchê (1980-1983) e com a revista Wonderfull (1988-1990). Colaborou com os sites ZAZ (roteirista, 1996-1997) e Terra (crítico de cinema, 2000-2001). Colabora com uma coluna quinzenal sobre cultura no jornal Zero Hora (2013-hoje). É filho do médico e ex-presidente do Grêmio, José Gerbase. Recebeu dois prêmios Kikito no 45 Festival de Gramado em 2017 pelo filme Bio, um deles como melhor longa segundo o público e outro pela direção de atores

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Carlos Gerbase