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    As sete esposas de barba-azul e outros contos fabulosos -

    Anatole France

    Livraria Francisco Alves Editora S/A
    1983
    168 páginas
    5h 36m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.3
    37 avaliações
    Leram53Lendo7Querem50Relendo0Abandonos3Resenhas3
    Favoritos2Desejados50Avaliaram37

    As Sete Esposas de Barba–Azul, uma coleção de contos, é uma excelente amostra da personalidade literária multifacetada de Anatole France. São versões burlescas – alteradas, retocadas ou ampliadas – de fábulas universalmente conhecidas, além de outros contos mais curtos. Esta antologia contém os seguintes contos: AS SETE ESPOSAS DE BARBA–AZUL O MILAGRE DE SÃO NICOLAU HISTÓRIA DA DUQUESA DE CICOGNE E DO SR. DE BOULINGRIN A CAMISA

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    Resenhas (3)Ver mais
    Adriana Teixeira picture
    Adriana Teixeira04/04/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Que machista!

    Podem até tentar justificar, mas fazer o Barba Azul de vítima foi demais! Tenho essa edição da capa que tem outros dois contos além do do Barba Azul, mas li uma digital que tem outros contos. Gostei da leitura, mas todos reforçam que ele era machista e culpa as mulheres por todos os males da humanidade.

    1 curtida

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    3.3 / 37
    • 5 estrelas11%
    • 4 estrelas30%
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    • 1 estrelas5%
    Jacques Anatole François Thibault profile picture

    Jacques Anatole François Thibault

    Jacques Anatole François Thibault, mais conhecido como Anatole France (Paris, 16 de abril de 1844 — Saint-Cyr-sur-Loire, 12 de outubro de 1924) foi um escritor francês. De tom céptico, suas publicações obtiveram grande sucesso. Seu primeiro grande êxito foi 0 Crime de Silvestre Bonnard, premiado pela Academia francesa. Outras obras são: Thais, 0 Lírio Vermelho, O poço de Santa Clara, A rebelião dos anjos, etc. Segundo Fulgrosse, durante a guerra Franco-Prussiana (1870-1871), Anatole France participou na defesa de Paris como guarda nacional, integrado na 1ª Companhia do 20º Batalhão da Guarda Nacional do Sena (companhias de guerra), na reserva no reduto de Faisanderie (Joinville-le-Pont) enquanto decorria a batalha de Champigny, foi declarado impróprio ao serviço por ser de fraca constituição e passou a cívil em Janeiro de 1871. Foge de Paris no início da insurreição da Comuna de Paris. Tendo sido primeiramente bibliotecário do Senado, foi eleito para a Academia francesa em 23 de janeiro de 1896, para a poltrona 38, onde ele sucede Ferdinand de Lesseps. Foi recebido na Academia Francesa em 24 de dezembro de 1896. Anatole France apoiou a Émile Zola no caso Dreyfus; ao dia seguinte da publicação do "J'accuse", assinou a petição que pedia a revisão do processo. Devolveu sua Legião de Honra quando foi retirada a de Zola. Participou na fundação da Liga dos Direitos do Homem. Foi laureado com o Nobel de Literatura de 1921, pelo conjunto de sua obra.

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    Jacques Anatole François Thibault