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    El Aleph -

    Jorge Luis Borges

    Debolsillo
    2015
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9788499089515
    Espanhol
    4.5
    177 avaliações
    Leram277Lendo37Querem152Relendo3Abandonos6Resenhas4
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    La mayoría de los cuentos reunidos en este libro pertenecen al género fantástico. Algunos surgieron a partir de crónicas policiales, de pinturas o simplemente de la visión de algún conventillo; otro explora el efecto que la inmortalidad causaría en los hombres; hay una glosa al Martín Fierro, sueños sobre la identidad personal y fantasías del tiempo. El cuento El Aleph, publicado por primera vez en 1945, aborda uno de los temas recurrentes en la literatura de Borges: el infinito. Porque en esa esfera resplandeciente confluyen de un modo asombroso todos los tiempos y todos los espacios. «Vi el Aleph, desde todos los puntos, vi en el Aleph la tierra, y en la tierra otra vez el Aleph y en el Aleph la tierra.»

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    Rick Shandler30/08/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O Aleph - Jorge Luis Borges

    Sonhos, mistérios, insinuações, pilares, labirintos, imortais, turbantes, camelos. Bibliotecas. Uma moeda, um Zahir, um Aleph. Jorge Luis Borges constrói uma mitologia própria que fascina qualquer leitor. O Aleph é um banquete cultural, uma exaltação da palavra. Um presente para os leitores. A coletânea de contos que vai de "O imortal" ao "O Aleph” traz a essência do que representou Jorge Luis Borges para a literatura. Abordando os temas que tão bem o caracterizam, o autor apresenta um domínio invejável da escrita, entrelaçando real e fantástico e deixando claro que o elo entre estes dois mundos é a palavra. Cabe aos livros, cabe a própria literatura, a tarefa de imortalizar nossa cultura, de elevá-la. As bibliotecas Borgeanas são o grande portal entre o trivial e o sublime. Somos convidados a adentrá-las e nos perdermos em seus labirintos. Aceitando o convite de Borges acabamos por nos surpreender. Dos pilares da cultura greco-romana que formaram o ocidente aos mistérios da cultura árabe. Tudo se entrelaça e se confunde. De Homero às Mil e Uma Noites. O belo, o fantástico, o incrível, o sagrado. Parece haver uma linguagem comum entre os diferentes povos. Há um plano mais elevado em que tudo parece convergir. A escrita de Borges é um projeto de universalidade capaz de desbravar a humanidade em suas mais diferentes facetas, encontrando-a até mesmo em um Minotauro. O Aleph atinge os bordos de onde a literatura pode chegar. A elegância de Borges é incomparável, como eram a vastidão do seu conhecimento e a sua habilidade de transpor este conhecimento em texto. Tem que ler.

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