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    Pensamentos de Jung sobre Deus - Profundezas Religiosas da Psique

    Donald R. Dyer, Ph.D

    Masdras
    2002
    131 páginas
    4h 22m
    ISBN-13: 9788573747140
    Português Brasileiro
    3.1
    6 avaliações
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    Deus existe? Essa questão é levantada por Carl Gustav Jung em toda sua obra. Em Pensamentos de Jung sobre Deus, você verá que o filósofo acreditava que apenas através da psique podemos estabelecer que Deus age sobre nós. Jung dava pouca atenção ao Deus transcendente ao universo (exterior) e prendeu-se apenas à imanência (presença interior). Dentre as mais de seis mil referências a Deus nos escritos de Jung, o presente estudo selecionou aproximadamente quatrocentas, em sua tentativa de não apenas iluminar os temas principais, mas também de apresentar alguma elaboração desses temas. A atitude de Jung em relação à existência de Deus era que a existência física de Deus é uma questão irrespondível. Tentativas de enxergar Deus em um trono dourado ou dentro de qualquer outra evidência física se mostram inúteis, mesmo com os mais poderosos telescópios. De acordo com Jung, a questão real é a existência de Deus da psique humana, e ela vem através de "saber" e não de "acreditar". Jung escreveu que, embora não possa provar a existência física de Deus, ele sabia que o Deus-imagem representa um grande papel na psicologia. Por causa da existência do Deus-imagem na psique, podemos experienciar Deus a cada dia. Ele não acreditava na existência de Deus, mas apenas no que experimentara, no que sabia, o que eliminava a crença. Ele sabia de Deus habitando nele, assim como em todos os lugares. O leitor irá se encantar com os relatos de Jung. As inúmeras entrevistas concedidas pelo psicólogo causavam indagações, pois ele era sempre categórico em dizer que apenas a consciência humana revelava Deus como fato. No livro, são colocadas referências de Deus Ser ou Substância; Deus enquanto energia; Personalidade de Deus; Os atos de Deus. Dentro dessas observações Jung faz relatos aos aspectos contraditórios: o bem e o mal. As experiências de Jung indicaram que há um arquétipo de completude nas profundezas do inconsciente coletivo da psique/alma que se manifesta em sonhos e outras energias que rivalizam com a consciência. Ele interpretou como provável que esse arquétipo seja baseado no instinto espiritual, que ocupa uma posição central e "o aproxima ao Deus-imagem".

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