O outro dado do tabuleiro -

    Eliane Ganem

    Civilização Brasileira
    2006
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9788520007556
    Português Brasileiro

    Judith não imaginava que a volta para casa mudaria toda a sua rotina. A velha senhora, de 72 anos desembarcava na estação de metrô, em Copacabana, quando reparou, no mesmo vagão, que uma garotinha constatava que seu tio, Samuel, estava morto. A menina, que se chamava Alice, entrou em desespero. No mesmo instante, Judith acionou o alarme e então uma grande confusão iniciou. De repente a menina havia desaparecido! Outros passageiros disseram que um homem a havia levado e apontaram a direção em que ele fora. Judith foi atrás e conseguiu alcançá-los, derrubando o homem com ajuda de sua sombrinha. Judith aconchegou a menina como pôde. Já o sequestrador fugiu em debandada. Preocupada com a situação de Alice, Judith a leva para seu apartamento. No dia seguinte, de manhã, Judith se desespera ao descobrir que Alice dessa vez foi sequestrada! Com o apoio da polícia, Judith consegue entrar em contato com o pai de Alice, o sr. Claudinei, um poderoso empresário, proprietário de uma rede de supermercados. A situação fica ainda mais tensa quando Claudinei mostra um bilhete que recebeu dos sequestradores: "A menina está bem. Três milhões na terça-feira. Aguarde contato". Devido às incondições de Claudinei e sem outra opção, o inspetor convoca Judith para levar o dinheiro até o local indicado. A princípio Judith se apavora, mas concorda com o inspetor e aguarda ansiosamente o dia do resgate de Alice. Quem estaria por trás do sequestro de Alice? Que mistérios se escondiam por trás desses acontecimentos?

    Edições (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (21)Ver mais
    rodolfo picture
    rodolfo14/05/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Final impensável.

    Eliane criou uma história brasileira mesmo. Em diversos momentos do livro eu ri, não de gargalhar, mas eu ri. E não porque só era engraçado e sim porque a gente se identifica com a leitura, por ter traços do nosso cotidiano brasileiro. O final é surreal de não pensável. ao longo da leitura não consegui ter uma direção de possibilidade. pensar no que poderia vir a acontecer. Simplesmente os fatos aconteciam dentro da história. E eu aceitei, pois na vida é exatamente assim. nada é planejado, só a partir do momento que a gente consegue ver o que é, o que será do acontecimento.

    6 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 272
    • 5 estrelas28%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas31%
    • 2 estrelas9%
    • 1 estrelas1%