Mark Waid traz a discussão sobre o racismo e J. G. Jones ilustra de maneira espetacular essa HQ, em uma inusitada e instigante releitura do Superman.
O cenário é o sul dos EUA, Missisipi, e o herói, no melhor estilo "Exterminador do Futuro", é lançado em uma contenda onde vemos a famigerada Ku Klux Klan.
Diferente do original, o cara aparece já adulto, alheio às ideologias locais e sua primeira vestimenta acaba sendo justamente o símbolo dos racistas sulistas, a bandeira confederada. Isso promete e essa foi só a primeira parte das quatro previstas.
A trama parece pautada em fatos cotidianos daqueles idos de 1927, mostrando o apego religioso racista de sulistas e a população negra lutando por seus direitos em meio a uma sociedade injusta e parcial.
Gostei bastante e a tensão, prestes a explodir, vai do início ao fim da primeira parte.
Expectativas para a continuação...