Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores44
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Nosso Amplo Presente - O tempo e a cultura contemporânea

    Hans Ulrich Gumbrecht

    Editora Unesp
    2015
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788539306008
    Português Brasileiro
    3.8
    12 avaliações
    Leram19Lendo1Querem24Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos2Desejados24Avaliaram12

    Esta obra descreve em diferentes tópicos o processo pelo qual a “visão de mundo histórica” vem sendo confrontada e parcialmente substituída desde meados do século 20. Ao mesmo tempo, porém, tal visão de mundo pertence à lógica de “presente amplo”, o cronótopo emergente, que, contudo, convive com o anterior, o cronótopo de “futuro aberto”, produto do Iluminismo. Para o autor, compreender a realidade da nova constituição do tempo, em que o presente abarca o passado e, ainda, um futuro percebido como ameaçador, pode se refletir em melhores condições de vida, individual e coletivamente.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Luís Eduardo picture
    Luís Eduardo24/01/2026Resenhou um livro

    nesse livro, Gumbrecht explora como a globalização e as tecnologias de comunicação moldaram nossa percepção do tempo e da presença. Ele critica a tradição ocidental que privilegia o "sentido" e propõe reconhecer a importância da "presença", a experiência física e sensível do mundo. o autor argumenta que a cultura contemporânea substituiu a experiência direta da presença pelo consumo de imagens e simulações, e que isso nos aprisiona em um tempo sem horizonte. Gumbrecht defende uma "antropologia negativa" da globalização, destacando a perda da presença e da historicidade. também discute como lemos os clássicos de maneira menos política e mais existencial, e como a hipercomunicação redefine nossa relação com o tempo e o espaço. Gumbrecht oferece uma crítica profunda e instigante sobre a cultura contemporânea, desafiando-nos a repensar nossas relações com o tempo, a presença e a comunicação. concordo com muitas coisas que ele diz mas, as vezes, parece ser o caso dos Simpsons, do homem velho reclamando para uma nuvem. acho que talvez falte um pouco de uma provocação inversa. Por exemplo, ele diz que gosta de instigar os alunos a pensarem mais ao dar aulas sem slides e nisso, uma recusa a algumas tecnologias. Por qual motivo ele não poderia encarar isso como um desafio próprio para modificar sua forma de ensino ao utilizar isso? acho que ele deve estar muito decepcionado com o quanto muitos problemas que ele comentou evoluíram. Queria eu que o ápice da interferência tecnológica na minha vida fosse um Blackberry.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 12
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Hans Ulrich Gumbrecht profile picture

    Hans Ulrich Gumbrecht

    Nasceu em Wuerzburg, na Alemanha, em 1948. É professor de literatura na Universidade de Stanford. Publicou no Brasil, entre outros livros, Modernização dos sentidos (1998, Editora 34) e Em 1926: vivendo no limite do tempo (1999, Record). Fonte: http://www.companhiadasletras.com.br/autor.php?codigo=02449

    11 Livros
    8 Seguidores
    Baviera, Alemanha

    Hans Ulrich Gumbrecht