As ilustrações destacam-se nessa HQ, com efeito sépia e estilo figurativo numa mistura de agradável impressão visual. Crédito para John Van Fleet, que gostaria de reencontrar em outras graphics.
A história é também interessante, na busca da mortalidade por uma imortal. Seria isso um suicídio? Batman ficou nessa dúvida...
O que se revela é a oportunidade de querer viver como todos, acordando a cada dia e percebendo a dádiva que mais uma vez foi renovada, numa corruptela a Vinicius, não como imortal, posto que é chama, mas que seja (a vida) infinita enquanto dure. Ishi! Essa foi uma forçação de barra gigante, quase criminosa ao dito do poeta, mas tá valendo...
Gostei! Não é intrincada em pareceres filosóficos, mas foi capaz de desperta-los em seu roteiro simples de leitura legal. A exemplo da arte, vou registrar também o roteirista, Chuck Dixon.
Outra leitura na quarentena em Macapá.